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Se os republicanos não agirem em julho, alertaram os democratas, mudanças unilaterais por parte de Obama serão inevitáveis.

A administração Obama “não está blefando” em seu plano de utilizar seu poder executivo para agir na política migratória se os republicanos na Câmara dos Deputados não atuarem logo, líderes democratas alertaram na quinta-feira, 26. O Presidente Obama suspendeu qualquer potencial de mudança de sua política de deportação para permitir que os líderes do Partido Republicano tenham tempo de votar uma reforma ainda neste verão. Entretanto, se os republicanos não agirem em julho, alertaram os democratas, mudanças unilaterais por parte de Obama serão inevitáveis.

“Nós estamos na reta final”, disse o Senador Robert Menendez (D-NJ) disse na quinta-feira, durante uma conferência de imprensa no Capitólio. “Nós não estamos blefando ao estabelecer uma data limite para que eles façam algo”.

“A função principal deles (republicanos) é governar”, acrescentou, “e na ausência de governo, então, você verá ações executivas”.

O Senador Dick Durbin (D-Ill.) juntou-se a Menendez, frisando que já se passou um ano desde que o Senado aprovou uma proposta ampla de reforma migratória com apoio bipartidário e exigindo que o porta-voz da Câmara, John Boehner (R-Ohio) permitisse a votação de um projeto de lei similar.

“Eu não sei quanto tempo mais ele pensa que precisa, mas eu espero que o porta-voz Boehner fale algo hoje”, disse Durbin, “e se ele não falar, o presidente pegará emprestado o poder necessário para resolver os problemas da imigração”.

Os comentários foram feitos um dia depois que Boehner anunciou suas intenções de pressionar para a aprovação de uma lei que permite acionar judicialmente Obama pelo que os republicanos alegam ser uma tendência habitual de abusar da sua autoridade constitucional.

“Quando existe a falha por parte do presidente de executar fielmente a lei, a Câmara possui a autoridade de desafiar essa falha”, escreveu Boehner em um memorando enviado aos legisladores da Câmara.

Boehner não citou exemplos dos abusos alegados, mas os republicanos continuam insatisfeitos com relação ao programa de Obama em 2012, que permitiu que jovens indocumentados trazidos aos EUA ainda na infância tivessem direito à permissão de trabalho e número do Seguro Social, afastando o risco de deportação.

O Senador Charles Schumer (D-NY), o terceiro democrata na Câmara Superior, disse que Boehner e outros críticos republicanos das ações executivas de Obama possuem um “antídoto bastante bom” para seus temores: “Ponham um projeto de lei em votação”.

“Ele se comporta como tivesse atirado nos próprios pais e se apresentado no tribunal como um órfão”, disse Schumer. “Aprove uma proposta e aquilo não acontecerá”.

“Se eles não apresentarem proposta alguma para votação, o presidente não terá escolha; em bases humanitárias e políticas, agir sozinho onde ele pode”, acrescentou.

Na terça-feira, 24, Boehner disse que o fluxo atual de crianças ao longo da fronteira sul do país somente dificultará a aprovação de uma lei em 2014. O porta-voz culpou Obama pela crise.

“O presidente está dificultando cada vez mais todos os dias para que possamos lidar com isso de forma responsável”, disse Boehner a repórteres no Capitólio. “Nós temos um desastre humanitário na fronteira. Grande parte disso, provocado pelo próprio presidente, na minha opinião, e isso somente dificulta o nosso trabalho porque as ações dele não levam em consideração a fronteira”.

Alguns ativistas defensores da reforma esperam que a “sacudida” recente na liderança republicana, que terá o Senador Kevin McCarthy (R-CA) brevemente substituído por Eric Cantor (R-Va) na mira do líder da maioria, poderia levar à reforma migratória ainda esse ano. Entretanto, no domingo, 22, McCarthy parece ter jogado um balde de água fria nessa possibilidade, dizendo ao canal de TV Fox News que ele planeja “não fazer nada com relação à imigração até que as fronteiras estejam seguras”, uma mudança radical de sua posição em janeiro, quando ele defendia a legalização dos imigrantes indocumentados “que os permitiria trabalhar e pagar impostos sem o temor da deportação”.

O líder da minoria na Câmara Steny Hoyer (D-Md) disse na quinta-feira, 26, que conversou com McCarthy na quarta-feira e encorajou o líder da maioria a apresentar uma proposta migratória para votação. Hoyer não revelou a resposta de McCarthy.

Fonte: BrazilianVoice.com
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Em discursos para a United Fresh Produce Association e a Food Marketing Institute em Chicago nesta semana, Hillary Clinton abordou mais uma vez a questão imigratória ao dizer que acredita “fortemente na reforma migratória”, mas que tem estado “um pouco perplexa” com o debate migratório em Washington-DC. “Com todos que eu converso pessoalmente, democratas e republicanos em postos de liderança em ambas as câmaras, sabem que temos que ter uma reforma migratória”, disse Clinton. “Parte da força e vitalidade da nossa economia vem do fato que as pessoas ainda querem vir para esse país, criar raízes, se superarem”. Hillary aproveitou e criticou aqueles que “estão com medo porque uma pequena minoria de pessoas no poder público e aqueles a quem ela representa parece não entender que somos uma nação de imigrantes”.
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Em discursos para a United Fresh Produce Association e a Food Marketing Institute em Chicago nesta semana, Hillary Clinton abordou mais uma vez a questão imigratória ao dizer que acredita “fortemente na reforma migratória”, mas que tem estado “um pouco perplexa” com o debate migratório em Washington-DC. “Com todos que eu converso pessoalmente, democratas e republicanos em postos de liderança em ambas as câmaras, sabem que temos que ter uma reforma migratória”, disse Clinton. “Parte da força e vitalidade da nossa economia vem do fato que as pessoas ainda querem vir para esse país, criar raízes, se superarem”. Hillary aproveitou e criticou aqueles que “estão com medo porque uma pequena minoria de pessoas no poder público e aqueles a quem ela representa parece não entender que somos uma nação de imigrantes”.
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Na sexta-feira (30), o ex-candidato presidencial republicano Mitt Romney disse em Iwoa que gostaria muito de ver uma proposta migratória aprovada antes das eleições no final do ano. “Mas eu acho que o tempo está acabando para que isso aconteça”, disse ele a repórteres durante a campanha de apoio à candidata ao Senado Joni Ernst, na cidade de Cedar Rapids.

“Eu realmente acredito que seja importante para nós, antes da disputa presidencial em 2016, que finalmente tenhamos uma reforma migratória implantada”, acrescentou. “Eu não simplesmente penso que seja saudável para o país continuar com esse assunto não resolvido e, particularmente, com tantas famílias que esperam por respostas”.

Algumas famílias “esperam há anos e anos para entender o status daqueles que entraram no país ilegalmente no passado e aqueles que querem entrar legalmente saberem quais são seus prognósticos”.

Romney disse que aqueles que entraram no país ilegalmente “não deveriam ter direito à uma rota especial para a cidadania ou residência permanente”, mas comentou com uma gargalhada: “Eu não fui eleito, então, não tenho certeza se o meu ponto de vista prevalecerá no final das contas”.

Fonte: BrazilianVoice.com
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O presidente Barack Obama, pediu ao secretário de Segurança Nacional, Jeh Johnson, que adie a publicação do relatório de revisão das políticas de deportação para não atingir a reforma migratória, parada na Câmara dos Representantes.

"O presidente fez este pedido com o objetivo de dar à Câmara espaço para regular nosso sistema de imigração que não funciona e para evitar que os republicanos tenham uma desculpa para a inação", explicou um  funcionário da Casa Branca.

Em março, Obama encarregou Johnson de produzir um relatório sobre deportações para estudar como a legislação pode ser aplicada de forma "mais humana", mas a oposição republicana advertiu que qualquer ação por decreto neste sentido anularia toda possibilidade de a reforma migratória sair.

"A prioridade do presidente é dar uma solução permanente aos que vivem na sombra e essa solução só pode ser conseguida com a reforma migratória. Ele acredita que ainda há possibilidades de a Câmara abordar esta medida no meio do ano", indicou a fonte da Casa Branca.

Sua política de deportações valeu a Obama duras críticas da comunidade hispânica, cujo apoio foi fundamental em suas duas campanhas presidenciais e é vital para os democratas tanto nas legislativas de novembro como na disputa pela Casa Branca em 2016.

As críticas se assentam sobre um número: os dois milhões de deportados durante os dois mandatos, recorde em comparação com os governos anteriores. Por isso Obama cogitava agir por decreto para aliviar o drama das deportações diante da possibilidade de a reforma integral do sistema migratório não sair este ano.

Mas diante da ameaça republicana de uma ação unilateral anular toda possibilidade de aprovação da reforma, Obama decidiu adiar a publicação do relatório de deportações, embora a administração continue trabalhando nele, e dar margem à Câmara dos Representantes para abordar a medida antes do recesso de agosto e das eleições de novembro.

Na semana passada completou um ano que o Comitê Judicial votou a favor da reforma migratória, posteriormente aprovada pelo Senado, e que agora está parada na Câmara dos Representantes, de maioria republicana.

A maioria republicana se opôs a analisar o documento do Senado em sua totalidade e prefere um enfoque por partes.

A proposta do Senado inclui uma via à cidadania para os mais de 11 milhões de imigrantes ilegais que acredita-se que vivam no país, o que tem a oposição dos republicanos, e ao mesmo tempo reúne medidas para endurecer a segurança na fronteira.

Fonte: Terra.com.br
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Líderes no Senado querem que o porta-voz John Boehner (R-Ohio) aprove a votação de uma proposta migratória “antes do recesso de agosto”. Os democratas têm uma nova mensagem para os republicanos na Câmara dos Deputados que estão relutantes em votar em uma reforma migratória ainda esse ano: Aprove uma proposta em seis semanas ou observe a Casa Branca agir sozinha. Na quinta-feira (22), quatro líderes democratas no Senado disseram a repórteres que querem que o porta-voz da Câmara, John Boehner (R-Ohio) aprove a votação de uma proposta “antes do recesso de agosto” ou o Presidente Obama começará a assinar ordens executivas sobre o assunto.
“Essa é a questão”, disse o Senador Chuck Schumer (D-NY), “eles têm o prazo de seis semanas, de junho 10 depois da última eleição primária republicana até o recesso de agosto. Se eles não aprovarem uma reforma migratória, então, o presidente não terá escolha a não ser agir sozinho”.
Os democratas adiantaram que não aceitarão uma reforma gradativa, apesar da promessa de Boehner em adotar a abordagem “passo a passo”.
“Nós não aceitaremos consertos pequenos que falharão em resolver os imensos problemas sistemáticos do nosso sistema migratório atual”, disse Schumer.
Boehner tem se recusado a abordar o tema migratório, alegando falta de confiança no Presidente Obama, que tem usado a sua autoridade executiva para “se esquivar” do Congresso e em particular os republicanos que se opõem às suas ideias.
O líder da maioria no Senado, Harry Reid (D-Nev.), disse que faria um acordo com Boehner para que a reforma migratória não entre em vigor até 2017, depois da saída de Obama e a entrada de um novo presidente. “Adiar a implantação da reforma migratória não é a minha preferência, mas acredito firmemente que essa proposta tem que ser votada, estou disposto a demonstrar flexibilidade”, disse ele.
Obama já anunciou que pretende utilizar sua autoridade executiva com relação à imigração. O Secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS), Jeh Johnson, anunciou que está revisando a política de deportação do órgão, em parte devido à pressão feita por ativistas latinos sobre a separação das famílias. Obama disse querer que as deportações sejam conduzidas de “forma mais humana”.
Fonte: BrazilianVoice.com
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Sal Russo, um destacado líder nacional do Tea Party está apoiando uma reforma migratória ampla que inclui a regularização do status de milhões de imigrantes indocumentados que vivem no país. Sal Russo, é cofundador do  Tea Party Express, fez os comentários durante um artigo de opinião no Roll Call, um jornal publicado no Capitol Hill. Ele escreveu que os legisladores conservadores deveriam liderar a redação de uma lei de imigração para garantir que ela não reflita os interesses, em suas próprias palavras, “reformadores caridosos e liberais”.

Os comentários de Russo causaram surpresa, pois, embora muitos republicanos têm apoiado a votação de uma proposta migratória, conservadores e membros do Tea Party se opõem.

Russo encorajou a Câmara dos Deputados a agir e disse que os indocumentados devam “regularizar sua situação perante a lei”.
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A ala ultraconservadora do Partido Republicano descartou na quarta-feira, 5, a aprovação de uma reforma imigratória na Câmara dos Deputados no decorrer de 2014.

Os legisladores recomendam que o partido espere até 2015, depois de a oposição assumir o controle das duas Casas do Congresso nas eleições de intermediárias de 4 de novembro deste ano.

Os republicanos controlam a Câmara de Deputados com 234 assentos contra 201 dos democratas. Os prognósticos indicam que os republicanos manterão a quota de poder e que a reforma imigratória não os afetará. Em mais de 85% dos distritos eleitorais republicanos a maioria dos votantes não apóia a reforma imigratória.

Em relação ao Senado, os republicanos apostam que podem tirar de seus adversários pelo menos duas das 51 cadeiras que ocupam e com isto tomar o controle da Câmara Alta, um cenário que inquieta os democratas.

Os estrategistas republicanos argumentam que a reforma imigratória não é tema suficiente para que os democratas defendam suas posições. A reforma da saúde, o desemprego e a economia lhes darão armas suficientes para batalhar pelas 33% das cadeiras em disputa.
A lista de princípios

Na semana passada, a liderança republicana, encabeçada por John Boehner (Ohio), entregou uma lista de princípios da reforma imigratória, documento que inclui uma via de legalização para milhões de indocumentados.

A lista exclui um caminho direto para a cidadania, não a elimina por completo e deixa a porta aberta para aqueles que legalizem suas permanências e obtenham um green card convertam-se no futuro em cidadãos sob as leis vigentes.

Mas o deputado republicano Raúl Labrador (Idaho), membro do grupo bipartidiário dos oito que elaborou em segredo um projeto que nunca se materializou e que renunciou por desavenças com os democratas, disse que a lista era muito ambígua para receber apoio.

Mas quando se trata de agir, disse, quase todos os republicanos concordam em não fazer nada, divulgou The Associated Press. "Penso que é um erro termos uma batalha interna no Partido Republicano este ano sobre a reforma de imigração", acrescentou. "Penso que quando recuperarmos o Senado em 2014, uma das primeiras coisas que deveríamos fazer no próximo ano depois de debater certos assuntos econômicos, acredito que deveríamos dar atenção ao assunto de imigração".

Fonte: AcheiUSA.com

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Dias depois de divulgar a lista de princípios, os republicanos começaram a culpar o presidente Barack Obama adiantadamente pelo fracasso do debate da reforma imigratória em 2014.
A Casa Branca disse na semana passada que receberia com agrado o documento e ressaltou que a lista atendeu aos princípios do presidente sobre a reforma imigratória.
A lista inclui a cidadania para dreamers que sirvam nas Forças Armadas ou se formem em uma universidade e uma via de legalização para o resto dos indocumentados.
Os democratas querem confirmar se há um compromisso real por parte dos republicanos para aprovar a reforma.
Embora não esteja certo que os legalizados poderão converter-se em cidadãos e tampouco sua proibição, legisladores republicanos se anteciparam para explicar que aqueles que consigam a residência poderão naturalizar-se sob as leis vigentes, e reiteraram que não haverá uma “via especial” para converter-se em cidadãos dos Estados Unidos.
No domingo, 2, a deputada Ileana Ros-Lehtinen disse no programa Al Punto da Rede Univision que os republicanos não debaterão um projeto integral de reforma imigratória como foi feito no Senado em junho, e destacou que o plano da Câmara dos Deputados será discutido por partes.
Os republicanos não incluíram legalização para os indocumentados em seus princípios para uma reforma imigratória.
“O primeiro projeto será ter mais tecnologia, mais agentes na fronteira. Já temos isto. Este vai ser o primeiro projeto. Eu não estou a favor do projeto de lei SAFE que vai por os indocumentados como criminosos. Mas a fronteira, o E-Verify, os dreamers - que não é tudo o que gostaríamos – e o processo de legalização vão ser tratados. Primeiro estas partes. Não sabemos bem quando virão estes projetos ao plenário da Câmara para ser votados.”
A deputada fez questão de destacar: “Lembre-se que estes são somente princípios, não são projetos de lei. Quando forem apresentados os projetos, e oxalá seja logo, vamos saber quais são estes pontos”.


Fonte: AcheiUSA.com

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A versão da reforma imigratória da Câmara de Deputados seria menos generosa do que o plano aprovado pelo Senado em 27 de junho, conclui-se de uma análise feita pela Fundação Nacional para a Política Americana (NFAP) divulgada recentemente.
Enquanto o Senado incluiu um caminho para a cidadania que, se ativado, beneficiaria entre 8 e 9 milhões dos 11.5 milhões de indocumentados, o plano da Câmara, liderado pelo deputado Bob Goodlatte, só permitiria a legalização de 4.4 a 6.5 milhões de imigrantes sem papéis, que se converteriam em residentes permanentes mas não poderiam naturalizar-se.
Goodlatte preside o Comitê Judiciário da Câmara de Deputados e assinalou, em diversas ocasiões, seu respaldo a uma lei de reforma imigratória por partes com ênfase na segurança.
O estudo adverte que uma versão menos generosa do que a aprovada pelo Senado seria mais factível de ser aprovada na Câmara. Isto, levando-se em conta o clima político atual que impede um acordo bipartidário prévio na Câmara para aprovar a reforma imigratória.
O plano do Senado (S. 744) beneficia indocumentados que estão no país antes de 31 de dezembro de 2011 e não tenham antecedentes criminais. Os que se qualificarem entrarão em um status de residência provisória por 10 anos, ao final dos quais poderão pedir a residência permanente. Três anos depois estarão livres para solicitar a cidadania.
A ideia de Goodlatte não inclui a cidadania para os indocumentados.
A iniciativa concederia um máximo de 1.5 milhão de residências permanentes (green card) aos dreamers e outras 600,000 destinadas a cônjuges de cidadãos ou residentes legais permanentes.
Pelo menos 45 mil residências seriam separadas para o resto dos trabalhadores em um prazo de 20 anos, destaca o relatório.
O estudo adverte ainda que, se a ideia de Goodlatte incluir o requisito do patrocínio durante um prazo de seis anos para receber o green card, o número de beneficiados baixaria para o total entre 2.7 a 4.1 milhões de indocumentados.
A ala dura do Partido Republicano se opõe a conceder benefícios aos indocumentados ou todas aquelas medidas que pareçam uma anistia e rechaçam a ideia de abrir um caminho para a cidadania.
A Casa Branca, democratas e republicanos moderados da Câmara apóiam o projeto de lei HR 15 entregue em outubro, que se baseia no plano do Senado com alterações em uma dura emenda de segurança.
O projeto contaria com os 218 votos necessários no plenário da Câmara para ser aprovado, mas a Regra Hastert impulsionada pelos republicanos impede o voto. A medida condiciona o envio de iniciativas ao respaldo da maioria da maioria, ou seja 118 dos 234 votos republicanos.
O projeto HR 15 não foi considerado no estudo da NFAP.
Fonte: AcheiUSA.com
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