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A versão da reforma imigratória da Câmara de Deputados seria menos generosa do que o plano aprovado pelo Senado em 27 de junho, conclui-se de uma análise feita pela Fundação Nacional para a Política Americana (NFAP) divulgada recentemente.
Enquanto o Senado incluiu um caminho para a cidadania que, se ativado, beneficiaria entre 8 e 9 milhões dos 11.5 milhões de indocumentados, o plano da Câmara, liderado pelo deputado Bob Goodlatte, só permitiria a legalização de 4.4 a 6.5 milhões de imigrantes sem papéis, que se converteriam em residentes permanentes mas não poderiam naturalizar-se.
Goodlatte preside o Comitê Judiciário da Câmara de Deputados e assinalou, em diversas ocasiões, seu respaldo a uma lei de reforma imigratória por partes com ênfase na segurança.
O estudo adverte que uma versão menos generosa do que a aprovada pelo Senado seria mais factível de ser aprovada na Câmara. Isto, levando-se em conta o clima político atual que impede um acordo bipartidário prévio na Câmara para aprovar a reforma imigratória.
O plano do Senado (S. 744) beneficia indocumentados que estão no país antes de 31 de dezembro de 2011 e não tenham antecedentes criminais. Os que se qualificarem entrarão em um status de residência provisória por 10 anos, ao final dos quais poderão pedir a residência permanente. Três anos depois estarão livres para solicitar a cidadania.
A ideia de Goodlatte não inclui a cidadania para os indocumentados.
A iniciativa concederia um máximo de 1.5 milhão de residências permanentes (green card) aos dreamers e outras 600,000 destinadas a cônjuges de cidadãos ou residentes legais permanentes.
Pelo menos 45 mil residências seriam separadas para o resto dos trabalhadores em um prazo de 20 anos, destaca o relatório.
O estudo adverte ainda que, se a ideia de Goodlatte incluir o requisito do patrocínio durante um prazo de seis anos para receber o green card, o número de beneficiados baixaria para o total entre 2.7 a 4.1 milhões de indocumentados.
A ala dura do Partido Republicano se opõe a conceder benefícios aos indocumentados ou todas aquelas medidas que pareçam uma anistia e rechaçam a ideia de abrir um caminho para a cidadania.
A Casa Branca, democratas e republicanos moderados da Câmara apóiam o projeto de lei HR 15 entregue em outubro, que se baseia no plano do Senado com alterações em uma dura emenda de segurança.
O projeto contaria com os 218 votos necessários no plenário da Câmara para ser aprovado, mas a Regra Hastert impulsionada pelos republicanos impede o voto. A medida condiciona o envio de iniciativas ao respaldo da maioria da maioria, ou seja 118 dos 234 votos republicanos.
O projeto HR 15 não foi considerado no estudo da NFAP.
Fonte: AcheiUSA.com
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O presidente da Comissão Judiciária da Câmara de Deputados disse que este fórum está trabalhando em uma reforma das leis de imigração nos momentos em que boa parte da atenção do Congresso está concentrada nas disputas pela aprovação do orçamento e na dívida federal.
 Bob Goodlatte, republicano da Virgínia, disse que o tema imigratório precisa ser resolvido e que está trabalhando nos bastidores para conseguir este objetivo.


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