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A ala ultraconservadora do Partido Republicano descartou na quarta-feira, 5, a aprovação de uma reforma imigratória na Câmara dos Deputados no decorrer de 2014.

Os legisladores recomendam que o partido espere até 2015, depois de a oposição assumir o controle das duas Casas do Congresso nas eleições de intermediárias de 4 de novembro deste ano.

Os republicanos controlam a Câmara de Deputados com 234 assentos contra 201 dos democratas. Os prognósticos indicam que os republicanos manterão a quota de poder e que a reforma imigratória não os afetará. Em mais de 85% dos distritos eleitorais republicanos a maioria dos votantes não apóia a reforma imigratória.

Em relação ao Senado, os republicanos apostam que podem tirar de seus adversários pelo menos duas das 51 cadeiras que ocupam e com isto tomar o controle da Câmara Alta, um cenário que inquieta os democratas.

Os estrategistas republicanos argumentam que a reforma imigratória não é tema suficiente para que os democratas defendam suas posições. A reforma da saúde, o desemprego e a economia lhes darão armas suficientes para batalhar pelas 33% das cadeiras em disputa.
A lista de princípios

Na semana passada, a liderança republicana, encabeçada por John Boehner (Ohio), entregou uma lista de princípios da reforma imigratória, documento que inclui uma via de legalização para milhões de indocumentados.

A lista exclui um caminho direto para a cidadania, não a elimina por completo e deixa a porta aberta para aqueles que legalizem suas permanências e obtenham um green card convertam-se no futuro em cidadãos sob as leis vigentes.

Mas o deputado republicano Raúl Labrador (Idaho), membro do grupo bipartidiário dos oito que elaborou em segredo um projeto que nunca se materializou e que renunciou por desavenças com os democratas, disse que a lista era muito ambígua para receber apoio.

Mas quando se trata de agir, disse, quase todos os republicanos concordam em não fazer nada, divulgou The Associated Press. "Penso que é um erro termos uma batalha interna no Partido Republicano este ano sobre a reforma de imigração", acrescentou. "Penso que quando recuperarmos o Senado em 2014, uma das primeiras coisas que deveríamos fazer no próximo ano depois de debater certos assuntos econômicos, acredito que deveríamos dar atenção ao assunto de imigração".

Fonte: AcheiUSA.com

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Dias depois de divulgar a lista de princípios, os republicanos começaram a culpar o presidente Barack Obama adiantadamente pelo fracasso do debate da reforma imigratória em 2014.
A Casa Branca disse na semana passada que receberia com agrado o documento e ressaltou que a lista atendeu aos princípios do presidente sobre a reforma imigratória.
A lista inclui a cidadania para dreamers que sirvam nas Forças Armadas ou se formem em uma universidade e uma via de legalização para o resto dos indocumentados.
Os democratas querem confirmar se há um compromisso real por parte dos republicanos para aprovar a reforma.
Embora não esteja certo que os legalizados poderão converter-se em cidadãos e tampouco sua proibição, legisladores republicanos se anteciparam para explicar que aqueles que consigam a residência poderão naturalizar-se sob as leis vigentes, e reiteraram que não haverá uma “via especial” para converter-se em cidadãos dos Estados Unidos.
No domingo, 2, a deputada Ileana Ros-Lehtinen disse no programa Al Punto da Rede Univision que os republicanos não debaterão um projeto integral de reforma imigratória como foi feito no Senado em junho, e destacou que o plano da Câmara dos Deputados será discutido por partes.
Os republicanos não incluíram legalização para os indocumentados em seus princípios para uma reforma imigratória.
“O primeiro projeto será ter mais tecnologia, mais agentes na fronteira. Já temos isto. Este vai ser o primeiro projeto. Eu não estou a favor do projeto de lei SAFE que vai por os indocumentados como criminosos. Mas a fronteira, o E-Verify, os dreamers - que não é tudo o que gostaríamos – e o processo de legalização vão ser tratados. Primeiro estas partes. Não sabemos bem quando virão estes projetos ao plenário da Câmara para ser votados.”
A deputada fez questão de destacar: “Lembre-se que estes são somente princípios, não são projetos de lei. Quando forem apresentados os projetos, e oxalá seja logo, vamos saber quais são estes pontos”.


Fonte: AcheiUSA.com

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A versão da reforma imigratória da Câmara de Deputados seria menos generosa do que o plano aprovado pelo Senado em 27 de junho, conclui-se de uma análise feita pela Fundação Nacional para a Política Americana (NFAP) divulgada recentemente.
Enquanto o Senado incluiu um caminho para a cidadania que, se ativado, beneficiaria entre 8 e 9 milhões dos 11.5 milhões de indocumentados, o plano da Câmara, liderado pelo deputado Bob Goodlatte, só permitiria a legalização de 4.4 a 6.5 milhões de imigrantes sem papéis, que se converteriam em residentes permanentes mas não poderiam naturalizar-se.
Goodlatte preside o Comitê Judiciário da Câmara de Deputados e assinalou, em diversas ocasiões, seu respaldo a uma lei de reforma imigratória por partes com ênfase na segurança.
O estudo adverte que uma versão menos generosa do que a aprovada pelo Senado seria mais factível de ser aprovada na Câmara. Isto, levando-se em conta o clima político atual que impede um acordo bipartidário prévio na Câmara para aprovar a reforma imigratória.
O plano do Senado (S. 744) beneficia indocumentados que estão no país antes de 31 de dezembro de 2011 e não tenham antecedentes criminais. Os que se qualificarem entrarão em um status de residência provisória por 10 anos, ao final dos quais poderão pedir a residência permanente. Três anos depois estarão livres para solicitar a cidadania.
A ideia de Goodlatte não inclui a cidadania para os indocumentados.
A iniciativa concederia um máximo de 1.5 milhão de residências permanentes (green card) aos dreamers e outras 600,000 destinadas a cônjuges de cidadãos ou residentes legais permanentes.
Pelo menos 45 mil residências seriam separadas para o resto dos trabalhadores em um prazo de 20 anos, destaca o relatório.
O estudo adverte ainda que, se a ideia de Goodlatte incluir o requisito do patrocínio durante um prazo de seis anos para receber o green card, o número de beneficiados baixaria para o total entre 2.7 a 4.1 milhões de indocumentados.
A ala dura do Partido Republicano se opõe a conceder benefícios aos indocumentados ou todas aquelas medidas que pareçam uma anistia e rechaçam a ideia de abrir um caminho para a cidadania.
A Casa Branca, democratas e republicanos moderados da Câmara apóiam o projeto de lei HR 15 entregue em outubro, que se baseia no plano do Senado com alterações em uma dura emenda de segurança.
O projeto contaria com os 218 votos necessários no plenário da Câmara para ser aprovado, mas a Regra Hastert impulsionada pelos republicanos impede o voto. A medida condiciona o envio de iniciativas ao respaldo da maioria da maioria, ou seja 118 dos 234 votos republicanos.
O projeto HR 15 não foi considerado no estudo da NFAP.
Fonte: AcheiUSA.com
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Sexta, 15 Novembro 2013 16:07

Obama e seu mau momento

O presidente Barack Obama, enfrenta uma crise de confiança pelos problemas na aplicação da reforma da saúde, a impossibilidade de antecipar a reforma migratória e a falta de conquistas na política externa que o colocou em um dos piores momentos de seu mandato.
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Sexta, 08 Novembro 2013 13:10

Reforma da imigração por um fio

O presidente Barack Obama voltou a se reunir esta semana com líderes empresariais em uma nova estratégia do governo para encurralar a liderança republicana, mas nada indica que o esforço esteja dando resultados.
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O presidente Barack Obama, garantiu na terça-feira que "não há motivo" para que o Congresso não aprove ainda em 2013 a reforma migratória proposta por seu governo.
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O presidente Barack Obama, reiterou na quinta-feira, sua preocupação com a aprovação da reforma imigratória em seu país, a qual ele classificou como "crucial".
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Um dos integrantes do Grupo dos Oito que redigiu o plano S. 744 aprovado em junho no plenário do Senado e que inclui um caminho para a cidadania defendeu a iniciativa de lei e advertiu que “não fazer absolutamente nada não beneficia o país”.

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Os republicanos da Câmara de Deputados podem entregar nos próximos dias o primeiro plano de reforma imigratória que aborda a legalização de milhões de imigrantes indocumentados, divulgou o Noticiero Univision.
O plano, conhecido como Alien Accountability Act, é patrocinado pelo deputado da Califórnia Darell Issa.

Em resumo, a proposta indica que será oferecido àqueles que se qualifiquem um ano de status temporário de não imigrante e permissão de trabalho.
Os favorecidos também poderão obter uma permissão de viagem para sair e retornar aos Estados Unidos.

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O presidente Barack Obama, convocou nesta quinta-feira o Congresso a aprovar neste ano uma reforma migratória para regularizar a situação de milhares de imigrantes ilegais.
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