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Aproximadamente 1.1 milhões de “vítimas” possam estar envolvidas no caso, detalhou o interventor Stephen R. Darr

Na terça-feira (24), um juiz do Tribunal de Concordatas e Falências em Worcester (MA) abriu caminho para que um interventor federal vasculhe arquivos relacionados aos advogados e conselheiros da TelexFree LLC que trabalharam com a empresa. O magistrado Melvin S. Hoffman determinou que o interventor Stephen P. Darr poderá emitir solicitar cópias de e-mails e documentos relacionados a TelexFree de Marlboro, uma companhia que os promotores públicos alegam ter praticado um gigantesco esquema de pirâmide.

Darr, que em 6 de junho foi indicado para administrar o caso de pedido de falência da TelexFree, argumentou que ele precisa dos documentos dos advogados e conselheiros porque as autoridades federais confiscaram os papéis e continuam a mantê-los, além de computadores.

“Não há mais nenhum empregado. Não há seguro. Nunca houve seguro”, comentou Darr. “Eu não tenho nenhum dinheiro para iniciar o negócio. Eu simplesmente não sei sequer havia um negócio. Eu estou parado pela falta de arquivos”.

Aproximadamente 1.1 milhões de “vítimas” possam estar envolvidas no caso, detalhou Darr. As autoridades federais confiscaram mais de US$ 101.5 milhões das contas da TelexFree.

A decisão de Hoffman permite que Darr vasculhe os arquivos  da PricewaterhouseCoopers LLC, uma empresa de contabilidade e consultoria contratada pela TelexFree antes do pedido de concordata e a Alvarez & Marsal North America LLC e seu diretor administrativo William H. Runge III, que foi mantida pela TelexFree depois da apresentação do pedido para aconselhamento financeiro e de restauração.

Darr também obteve várias aprovações para solicitar documentos da Kurtzman Carson Consultants LLC, que foi contratada pela TelexFree para atuar no pedido de concordata e as firmas Gordon Silver e Greenberg Traurig LLP. A companhia contratou a Gordon Silver depois do pedido de concordata. Já a Greenberg Traurig trabalhou com a TelexFree antes do pedido, detalhou o interventor durante audiência na Corte.

Desde que assumiu o cargo, Darr disse ter se encontrado com representantes da Comissão de Câmbio e Segurança (SEC). Ele notificou o senhorio do escritório da TelexFree que suspenderia o aluguel no total de US$ 6 mil mensais dos 5 escritórios da companhia, 3 salas de conferência e um cubículo em Marlboro. A mobília dos escritórios será leiloada, detalhou.

A TelexFree se denominava uma companhia que permitia seus usuários utilizar serviços telefônicos nacionais e internacionais pela internet. As autoridades federais suspeitam que na realidade se tratava de um esquema de pirâmide que prometia lucros vantajosos aos “promotores” que comprassem o pacote de serviços telefônicos, mesmo que não vendessem nada. Inúmeros desses “promotores” eram imigrantes ou pessoas vivendo fora dos Estados Unidos.

A TelexFree apresentou o pedido de concordata em abril. O SEC apresentou uma ação civil contra a companhia e vários de seus executivos e “promotores” enfrentam acusações criminais. O sócio da empresa, Carlos Wanzeler, residente em Northboro (MA), fugiu para o Brasil no mesmo mês.  Já seu sócio, James M. Merrill, de Ashland (MA), que estava detido desde a sua prisão em maio, foi libertado recentemente após pagar fiança.

Fonte: BrazilianVoice.com

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A brasileira Katia Wanzeler, mulher do dono da TelexFree, Carlos Wanzeler, foi libertada por um juiz federal da cidade de Worcester, no estado de Massachusetts, na sexta-feira. De acordo com o jornal Boston Globe, que divulgou as informações, Katia prestou depoimento à polícia e assinou um acordo antes de ser solta. 

A esposa de Wanzeler foi presa no dia 14, ao tentar embarcar para o Brasil via Aeroporto Internacional JFK, em Nova York. A mulher foi detida com um mandado de "testemunha essencial" para o caso, mas não foi acusada formalmente por nenhum crime. Segundo o jornal americano, Katia teve o passaporte apreendido e está impedida de deixar o Estado de Massachusetts.
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A Telexfree, empresa suspeita de promover pirâmide financeira, contratou o advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, que atuou na defesa do processo do mensalão. Castro, disse que Carlos Wanzeler, co-fundador da Telexfree, está no Espírito Santo à disposição da Justiça e não deve ser considerado foragido. “O Carlos Wanzeler está no Brasil. Veio para cá quando não tinha absolutamente nenhuma ordem de prisão contra ele. Então eu acho, sinceramente, que ele cumpriu um direito dele. O advogado, no entanto, não informou a data em que Wanzeler chegou ao Brasil. No entanto, na versão de Kakay, Wanzeler veio ao Brasil por um voo de Nova York.“Não tem absolutamente nada de foragido. Quando ele veio ao Brasil, ele tomou um avião regular em Nova York. Ele está há uns dez dias no Espírito Santo, onde mora”.
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Continuaram na sexta-feira, 16, a série de más notícias envolvendo a TelexFREE nos EUA. Em nota divulgada no seu site, a empresa comunica em inglês a suspensão total dos seus negócios na América. “Enquanto estamos resolvendo determinados assuntos com a Corte de Falências e outros procedimentos com a Securities and Exchange Comission (SEC) e outros órgãos governamentais. Uma vez que não estamos em posição de apoiar a nossa rede e é provável que os nossos clientes possam enfrentar interrupção ou descontinuidade. Associados independentes e promotores não devem representar a TelexFREE baseados num plano de compensação que não foi aprovado pela Corte de Falências”, diz o comunicado que ainda cita que a empresa acredita fortemente no VoIP e no modelo de venda direta, mas ressaltam que não sabem se conseguirão convencer as autoridades e outras entidades do potencial dos novos produtos da TelexFREE.

Com os seus sócios impedidos de atuar pela SEC, a TelexFREE está fadada a encerrar de vez as suas atividades, já que James Merrill está preso desde a semana passada e com Carlos Wanzeler (foto) foragido da justiça dos Estados Unidos. Na quarta-feira desta semana, foi a vez de Katia Wanzeler, mulher de Carlos ser presa em New York quando tentava embarcar para o Brasil. Katia estava sendo procurada como testemunha de crimes financeiros cometidos pela TelexFree matriz.

Robert Peabody, advogado de Katia Wanzeler não conseguiu convencer o juiz Joan Azrack de que sua cliente é apenas uma testemunha de crimes e que planejava retornar aos Estados Unidos no final do mês de maio, alegando que o filho adolescente dela estava ficando nos Estados Unidos e que desconhecia ter sido intimada pela Corte de Worcester. Katia vai continuar presa já que não foi estipulada uma fiança que lhe permitiria ficar em liberdade.
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A brasileira Katia Wanzeler, mulher de Carlos Wanzeler, um dos sócios da TelexFree foi presa na quarta-feira, 14, quando tentava embarcar no aeroporto JFK, em New York. O marido dela está foragido e suspeita-se que esteja no Brasil. A TelexFREE é acusada de pirâmide financeira e dar um golpe de US$ 1 bilhão em investidores, a maioria brasileiros.
Segundo a polícia, Kátia foi presa porque é uma ‘testemunha material’ do proceso que corre na justiça americana. Na semana passada, James Merrill, o outro sócio da TelexFREE, foi preso na sexta-feira, 9 em Worcester, depois que os dois empresários foram acusados fraude pela corte federal.
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O secretário William Francis Galvin de Massachusetts colocou a disposição de divulgadores e investidores um formulário online para cadastrar pessoas que tenham sido lesadas pela TelexFREE. O formulário está em inglês e pede que se informe dados como a quantia total investida e quando o investimento foi feito, quantos pacotes de telefonia foram adquiridos e quantos foram de fato vendidos. O cadastro contém pergunta de quem indicou a TelexFREE e se quem fez a indicação usava o serviço de VoIP oferecido pela empresa.

A TelexFREE entrou com um pedido de concordata para restruturação da empresa e o Securities and Exchange Commission congelou os bens de oito pessoas, entre eles diretores e divulgadores da companhia. Para acessar o formulário online clique aqui.
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O Secretário de Estado William F. Galvin disse nesta terça-feira que a TelexFREE de Marlborough que supostamente tem um serviço de telefone on-line na realidade é um esquema de pirâmide que envolve bilhões de dólares, visando principalmente os imigrantes brasileiros. 

Galvin afirmou que a TelexFREE Inc. ofereceu títulos fraudulentos e não registrados em Massachusetts, executando um esquema de marketing multi-nível que envolveu valores de até US$ 90 milhões só em Massachusetts, segundo a denúncia de F. Galvin. “Embora tenha sido apresentado como uma mudança de paradigma em telecomunicações e publicidade, a TelexFREE é meramente uma pirâmide velada que funciona no esquema de Ponzi e que tem como alvo a comunidade trabalhadora brasileira”, disse a denúncia. Ainda não se sabe quanto dinheiro as pessoas Massachusetts perderam no esquema. 

Enquanto isso, a empresa entrou com pedido de proteção contra falência federal na segunda-feira em Nevada, de acordo com uma nota em seu site. O escritório de Galvin estava investigando o suposto esquema da TelexFREE há vários meses, e a ação de terça-feira teve como objetivo proteger alguns ativos para as vítimas – um esforço que poderia ser frustrada pelo pedido de falência. “Eles claramente estão respondendo ao fato de que uma investigação estava em andamento”, disse Galvin em uma entrevista. “Agora a coisa a ser feita é agir prontamente e obter tudo o que pudermos obter para essas pessoas”, afirmou. 

Em comunicado divulgado na sua página internacional, o presidente interino da TelexFREE, Stuart A. MacMillan, disse que a medida ajudará a fortalecer a estrutura financeira e operações globais da empresa. “Esperamos que o nosso negócio vai continuar a operar, e tudo faremos para apoiar os nossos associados de vendas e clientes com novos produtos e melhoria dos serviços, incluindo os serviços de VoIP que estão se expandindo para alcançar mais de 70 países”, disse o porta-voz da empresa.

De acordo com o gabinete de Galvin, a empresa emprega oito pessoas em sua sede Marlborough e a TelexFREE foi condenada a encerrar suas atividades, depois de um juiz determinou que a prática é um esquema de “pirâmide financeira”, de acordo com reportagens da imprensa. O relatório de Galvin diz que a empresa levantou US$ 1 bilhão em todo o mundo, muitas vezes a partir dos lucros honestos e contas de poupança dos brasileiros e outras minorias. “O esquema funciona constantemente trazendo dinheiro novo”, disse Galvin. 

Os participantes são recrutados para investir US$ 289 ou US$ 1,375, e recebem um número de kits de publicidade em troca. Ao publicar anúncios em sites da Internet para promover o produto, aos participantes são prometidos retornos entre 200% a 250%. Para despertar interesse, a TelexFREE promovia cerimônias com grandes multidões e apresentações que prometiam itens em dinheiro e luxo. Em uma dessas apresentações, a TelexFREE foi elogiada por causa do seu “sistema de renda passiva” como sendo a oportunidade de uma vida. 

O escritório de Galvin está envidando esforços para exigir que a TelexFREE cesse e desista de suas atividades de vendas, e forneça uma prestação de contas de todo o dinheiro que recebeu como resultado de sua suposta irregularidade. Os reguladores do Securities Division, também estão tentando forçar a empresa a compensar os investidores por suas perdas a devolver os lucros indevidamente obtidos além do pagamento de multa.

Sobre reportagem do Boston Globe

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A noticia de que a TelexFREE, empresa que tem forte atuação no mercado de marketing multilevel havia pedido falência na United States Bankruptcy Court, District of Nevada com base no Chapter 11 of the United States Bankruptcy Code (the 'Bankruptcy Code'), pegou de surpresa os seus investidores e colocou-os em polvorosa.

A TelexFREE, LLC processo número 14-12524; TelexFREE, LLC processo número 14-12525 e a TelexFREE Financial, Inc processo número 14-12526 são as empresas do grupo que pediram a proteção dos seus bens para a falência e para impedir que seus bens estejam disponíveis em possíveis ações de credores.

Nesta segunda-feira, o advogado Niles Lang, afirmou em entrevista no programa Mix Brasil, que dependendo dos valores, cada credor pode receber cerca de 20% do valor a que tem direito e que não há previsão de tempo para que isto aconteça.

Um porta-voz da TelexFREE afirmou que a empresa estava mudando o seu perfil de negócios, especialmente para a venda de linhas de telefone no sistema VOIP. As mudanças foram recebidas com protestos e há duas semanas, credores protestaram na sede da empresa em Marlboro provocando tumulto a ponto de a polícia precisar intervir para acalmar os ânimos mais exaltados. 

No Brasil, a empresa estava proibida de funcionar pela justiça que a considerou uma pirâmide.
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