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Jehozadak Pereira

Jehozadak Pereira

O Charles River Conservancy procura voluntários para trabalhar em turnos de três horas nos seguintes dias e datas:

- Sábado, 12 de julho entre 9 AM ao meio dia e do meio dia às 3 PM
- Sábado, 26 de julho entre 9 AM ao meio dia e do meio dia às 3 PM

Os voluntários não precisam nadar no Charles River, mas puderem podem ser aproveitados. Os voluntários ajudarão no registro, verificação de bagagens, verificação de pessoas que estão nos atracadouros e certificando-se que os banhistas estão em segurança.

Aos voluntários será oferecido lanches gratuitos, uma camiseta e o apoio do Charles River Conservancy.

Os interessados devem entrar em contato com Teresa Doherty O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até 9 de julho.
A tempestade tropical Arthur se tornou o primeiro furacão no Oceano Atlântico na temporada 2014 nesta quinta-feira, causando evacuações em parte da Carolina do Norte, nos EUA, e ameaçando atrapalhar as comemorações do Dia da Independência do país, nesta sexta-feira. O furacão estava acerca de 300 km ao sul de Cape Fear, na Carolina do Norte, nesta manhã, com ventos de 75 milhas/h, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA. De acordo com os dados, Arthur se movia a uma velocidade de cerca de 10 milhas/h ao norte, em direção à costa.

As autoridades locais começaram na quarta-feira a retirar pessoas de suas casas em áreas vulneráveis e esvaziar praias da região. Uma tempestade tropical se torna um furacão quando seus ventos sustentados máximos alcançam 75 milhas/h. 

Para obter avisos meteorológicos e os alertas do Massachusetts Emergency Management Agency - MEMA clique aqui para saber a sua região e para meus informações. Considere os alertas das autoridades e esteja atento a avisos emergenciais. 

A queima de fogos em Boston será nesta quinta-feira, 3 de julho.
O governador Deval Patrick assinou na tarde da quarta-feira, 2 de julho, na State House numa cerimônia especial, a Carta de Direitos dos Trabalhadores Doméstices de Massachusetts.  O evento contou com a presença de lideranças comunitárias, de entidades como o Grupo Mulher Brasileira, o Centro do Imigrante Brasileiro, de Ilma Paixão, diretora do Langer Broadcasting Group, proprietário das Rádios 650 AM, 1240 AM e 1410 AM.

A Carta de Direitos dos Trabalhadores Domésticos de Massachusetts era uma antiga reivindicação e que foi aprovada pela Casa dos Representantes estadual e promulgada pelo governado Deval Patrick. Uma coalizão de entidades trabalho em prol da medida.

Este post será atualizado posteriormente.   
Fortes tempestades podem atingir o Estado de  Massachusetts a partir da tarde desta quarta-feira a noite e se prolongar pela quinta-feira, 3 e sesta-feira, 4. Estas tempestades trarão chuva forte, inundações localizadas, e possíveis ventos fortes e possibilidade de granizo. 

Na quinta-feira grande parte do sul de New England vai ter chuvas generalizadas e trovoadas com chuva forte associada. É possíve;lnundações localizadas é possível, mas há uma baixa probabilidade de a frente fria interagir com a umidade da tempestade tropical Arthur, o que poderia produzir cerca de1,5 inches de chuva.

Está prevista para a parte central e orienta do Estado de Massachusetts 2 inches de chuvas. Tempestades se formam sobre a mesma região. O mau tempo é decorrente da tempestade Arthur que se abateu sobre a Flórida e pode atingir além de todo o Estado de Massachusetts, áreas do Cape Cod e Ilhas.
O presidente Barack Obama afirmou na segunda-feira, 30 de junho, que vai agir por conta própria, usando os poderes do Executivo, para promover mudanças no sistema migratório nos EUA. O anúncio ocorreu depois que o presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, informou a Casa Branca que os republicanos não permitirão que a votação sobre uma lei de reforma da imigração ocorra neste ano. 

Obama criticou a postura dos republicanos e demonstrou que pretende pressionar para que a lei seja aprovada. “Vou usar os poderes do Executivo quando ocorre um problema sério, e o Congresso escolhe não fazer nada. A falha em aprovar a nova legislação é ruim para nossa segurança, é ruim para nossa economia, é ruim para nosso futuro", disse Obama.

Obama disse ter pedido aos seus assessores que preparem recomendações a ele sobre a questão da imigração até o fim de setembro. Entre as medidas já adiantadas, está uma ordem para que órgãos de vigilância destinem recursos para aumentar a segurança ao longo das fronteiras. 

A administração do presidente também está sob pressão por causa da entrada no país, desde outubro de 2013, de cerca de 52 mil menores originários da América Central, que chegaram desacompanhados de pais ou responsáveis e foram apreendidos após cruzarem, com a ajuda de traficantes de pessoas, a fronteira com o México. 

O presidente pediu ao Congresso que autorize a liberação de US$ 2 bilhões para enfrentar o crescente fluxo de crianças e disse que vai procurar dar maior poder aos funcionários de imigração dos EUA para acelerar a deportação das crianças pegas cruzando a fronteira. 

A lei de imigração proposta por Obama e que vem sendo travada pelos republicanos da Câmara que foi aprovada no Senado e prevê mais verbas para  a vigilâncias nas fronteiras, possibilita que cerca de 11 milhões de imigrantes indocumentados que vivem nos EUA possam dar entrada em pedidos de cidadania e também regulamenta a imigração controlada de empreendedores estrangeiros que têm interesse em se fixar no país. 
O presidente Barack Obama afirmou na segunda-feira, 30 de junho, que vai agir por conta própria, usando os poderes do Executivo, para promover mudanças no sistema migratório nos EUA. O anúncio ocorreu depois que o presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, informou a Casa Branca que os republicanos não permitirão que a votação sobre uma lei de reforma da imigração ocorra neste ano. 

Obama criticou a postura dos republicanos e demonstrou que pretende pressionar para que a lei seja aprovada. “Vou usar os poderes do Executivo quando ocorre um problema sério, e o Congresso escolhe não fazer nada. A falha em aprovar a nova legislação é ruim para nossa segurança, é ruim para nossa economia, é ruim para nosso futuro", disse Obama.

Obama disse ter pedido aos seus assessores que preparem recomendações a ele sobre a questão da imigração até o fim de setembro. Entre as medidas já adiantadas, está uma ordem para que órgãos de vigilância destinem recursos para aumentar a segurança ao longo das fronteiras. 

A administração do presidente também está sob pressão por causa da entrada no país, desde outubro de 2013, de cerca de 52 mil menores originários da América Central, que chegaram desacompanhados de pais ou responsáveis e foram apreendidos após cruzarem, com a ajuda de traficantes de pessoas, a fronteira com o México. 

O presidente pediu ao Congresso que autorize a liberação de US$ 2 bilhões para enfrentar o crescente fluxo de crianças e disse que vai procurar dar maior poder aos funcionários de imigração dos EUA para acelerar a deportação das crianças pegas cruzando a fronteira. 

A lei de imigração proposta por Obama e que vem sendo travada pelos republicanos da Câmara que foi aprovada no Senado e prevê mais verbas para  a vigilâncias nas fronteiras, possibilita que cerca de 11 milhões de imigrantes indocumentados que vivem nos EUA possam dar entrada em pedidos de cidadania e também regulamenta a imigração controlada de empreendedores estrangeiros que têm interesse em se fixar no país. 
Uma forte tempestade tropical pode atingir New England na quinta, 3 e sexta-feira, 4 de julho, com possibilidades de chuvas intensas e inundações, em decorrência de uma depressão que se forma na Costa da Flórida.

O fenômeno pode se tornar na tempestade tropical Arthur nas próximas 24 a 48 horas e já foi localizada no sudeste de Cape Canaveral na Flórida e tem previsão de voltar-se para a região Noroeste dos EUA.

As autoridades estão monitorando a tempestade e divulgando boletins diários sobre o assunto. As informações são do Massachusetts Emergency Management Agency (MEMA) e serão atualizadas na medida em que os boletins estiverem disponíveis. 
Se os republicanos não agirem em julho, alertaram os democratas, mudanças unilaterais por parte de Obama serão inevitáveis.

A administração Obama “não está blefando” em seu plano de utilizar seu poder executivo para agir na política migratória se os republicanos na Câmara dos Deputados não atuarem logo, líderes democratas alertaram na quinta-feira, 26. O Presidente Obama suspendeu qualquer potencial de mudança de sua política de deportação para permitir que os líderes do Partido Republicano tenham tempo de votar uma reforma ainda neste verão. Entretanto, se os republicanos não agirem em julho, alertaram os democratas, mudanças unilaterais por parte de Obama serão inevitáveis.

“Nós estamos na reta final”, disse o Senador Robert Menendez (D-NJ) disse na quinta-feira, durante uma conferência de imprensa no Capitólio. “Nós não estamos blefando ao estabelecer uma data limite para que eles façam algo”.

“A função principal deles (republicanos) é governar”, acrescentou, “e na ausência de governo, então, você verá ações executivas”.

O Senador Dick Durbin (D-Ill.) juntou-se a Menendez, frisando que já se passou um ano desde que o Senado aprovou uma proposta ampla de reforma migratória com apoio bipartidário e exigindo que o porta-voz da Câmara, John Boehner (R-Ohio) permitisse a votação de um projeto de lei similar.

“Eu não sei quanto tempo mais ele pensa que precisa, mas eu espero que o porta-voz Boehner fale algo hoje”, disse Durbin, “e se ele não falar, o presidente pegará emprestado o poder necessário para resolver os problemas da imigração”.

Os comentários foram feitos um dia depois que Boehner anunciou suas intenções de pressionar para a aprovação de uma lei que permite acionar judicialmente Obama pelo que os republicanos alegam ser uma tendência habitual de abusar da sua autoridade constitucional.

“Quando existe a falha por parte do presidente de executar fielmente a lei, a Câmara possui a autoridade de desafiar essa falha”, escreveu Boehner em um memorando enviado aos legisladores da Câmara.

Boehner não citou exemplos dos abusos alegados, mas os republicanos continuam insatisfeitos com relação ao programa de Obama em 2012, que permitiu que jovens indocumentados trazidos aos EUA ainda na infância tivessem direito à permissão de trabalho e número do Seguro Social, afastando o risco de deportação.

O Senador Charles Schumer (D-NY), o terceiro democrata na Câmara Superior, disse que Boehner e outros críticos republicanos das ações executivas de Obama possuem um “antídoto bastante bom” para seus temores: “Ponham um projeto de lei em votação”.

“Ele se comporta como tivesse atirado nos próprios pais e se apresentado no tribunal como um órfão”, disse Schumer. “Aprove uma proposta e aquilo não acontecerá”.

“Se eles não apresentarem proposta alguma para votação, o presidente não terá escolha; em bases humanitárias e políticas, agir sozinho onde ele pode”, acrescentou.

Na terça-feira, 24, Boehner disse que o fluxo atual de crianças ao longo da fronteira sul do país somente dificultará a aprovação de uma lei em 2014. O porta-voz culpou Obama pela crise.

“O presidente está dificultando cada vez mais todos os dias para que possamos lidar com isso de forma responsável”, disse Boehner a repórteres no Capitólio. “Nós temos um desastre humanitário na fronteira. Grande parte disso, provocado pelo próprio presidente, na minha opinião, e isso somente dificulta o nosso trabalho porque as ações dele não levam em consideração a fronteira”.

Alguns ativistas defensores da reforma esperam que a “sacudida” recente na liderança republicana, que terá o Senador Kevin McCarthy (R-CA) brevemente substituído por Eric Cantor (R-Va) na mira do líder da maioria, poderia levar à reforma migratória ainda esse ano. Entretanto, no domingo, 22, McCarthy parece ter jogado um balde de água fria nessa possibilidade, dizendo ao canal de TV Fox News que ele planeja “não fazer nada com relação à imigração até que as fronteiras estejam seguras”, uma mudança radical de sua posição em janeiro, quando ele defendia a legalização dos imigrantes indocumentados “que os permitiria trabalhar e pagar impostos sem o temor da deportação”.

O líder da minoria na Câmara Steny Hoyer (D-Md) disse na quinta-feira, 26, que conversou com McCarthy na quarta-feira e encorajou o líder da maioria a apresentar uma proposta migratória para votação. Hoyer não revelou a resposta de McCarthy.

Fonte: BrazilianVoice.com
O Governador Deval Patrick assina nesta quarta-feira, dia 2 de julho a 1 PM a Carta de Direitos das Trabalhadoras Domésticas em cerimônia que vai reunir não só a imprensa étnica mas também dezena de organizações que endossaram a medida, além de centena de trabalhadoras domésticas que pela primeira vez terão leis para regular seu trabalho.

“Esta lei vai poder ajudar muitas mulheres, vai dar dignidade no trabalho, elas vão mostrar a cara porque vão se sentir respeitadas e vão reivindicar seus direitos”. Disse a cooperada Lucimara Rodrigues que testemunho em favor da Carta durante coletiva à imprensa em novembro último. Segundo Lucimara, a Carta “vai ajudar a acabar com as explorações no local de trabalho”. 

Selma Nunes, que testemunhou perante a Câmara de Vereadores em Somerville no início do ano, considera a Carta um grande marco para todas as trabalhadoras domésticas porque “vão sair do anonimato, vão poder lutar pela sua remuneração. Nós temos lutado sempre para sair da exploração, ter direitos e poder correr atrás daquilo que queremos. Nunca é demais lutar por aquilo que você acha correto. Esta Carta vai ser muito importante e um progresso muito grande para todas.”

A Carta de Direitos vai beneficiar principalmente quem trabalha como doméstica, babá e cuidadora na casa do patrão ou mora junto com os patrões. A paulista Nalva Pinto, que trabalhou 7 anos e 4 meses para um casal de idosos sabe muito bem como a Carta é importante: “Se a Carta estivesse funcionando, a família não poderia ter me jogado na rua como fizeram. Depois de sete anos e quatro meses você tem duas semanas para sair ou tem de pagar aluguel? 

Nalva, que testemunhou perante a Comissão de Trabalho da State House em novembro passado, era contratada como housekeeper mas acumulava as funções de cuidadora de idosos, sendo paga somente por um trabalho.  “Eu quero abrir minha boca, quero que todo mundo saiba sobre a Carta porque muitas pessoas não conhecem seus direitos. Eu sou um exemplo de como a lei é necessária, se esta lei estivesse em vigor, isso não teria acontecido”.

A Carta de Direitos foi introduzida há pouco mais de um ano pelo deputado estadual Michael Moran e pelo senador estadual Anthony Petruccelli e conquistou o apoio de mais de 80 legisladores e mais de 60 organizações, inclusive sindicatos, empregadores e lideranças religiosas. 

A Carta de Direitos já passou em Nova York, Califórnia e Havaí e em Massachusetts a luta foi organizada pela Coalizão das Trabalhadoras Domésticas com apoio da Aliança Nacional das Trabalhadoras Domésticas. Para mais informação sobre a Carta de Direitos das Trabalhadoras Domésticas de Massachusetts e sobre como se envolver, entre em contato com Lydia Simas, 617-202-5775 ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .
Foi sofrido, mas mesmo assim o Brasil bateu o Chile nos pênaltis por 3x2, depois de empatar em 1x1 no tempo normal e na prorrogação, no sábado no Estádio do Mineirão. David Luiz marcou o gol do Brasil aos 17 minutos do primeiro tempo depois de uma cobrança de escanteio. O Chile empatou aos 35 minutos com Alexis Sánchez depois de uma falha de Hulk e Marcelo.

No segundo tempo, o Chile foi melhor que o Brasil e as substituições de Scolari não deram o resultado esperado. A seleção brasileira foi salva por Júlio César que fez uma grande defesa num chute de Aránguiz e tomou outro susto aos 46 minutos quando Pinilla chutou uma bola no travessão. Na prorrogação o Brasil controlou o jogo q a partida foi para os pênaltis, com Júlio César defendendo duas cobranças dos chilenos. O Brasil vai enfrentar a Colômbia na sexta-feira, 4 de julho as 4 PM - horário de Washington DC. David Luiz, Marcelo e Neymar marcaram suas cobranças enquanto que Willian e Hulk perderam seus pênaltis.

Ficha técnica
Brasil 1 (3) x 1 (2) Chile
Brasil: Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo. Luiz Gustavo, Fernandinho (Ramires), Oscar (Willian) e Hulk. Fred (Jô) e Neymar. Técnico: Luiz Felipe Scolari

Chile: Bravo; Francisco Silva, Medel (Rojas), Jara e Isla. Marcelo Díaz, Aránguiz, Vidal (Pinilla) e Mena. Vargas (Guitérez) e Alexis Sánchez. Técnico: Jorge Sampaoli
Gols: David Luiz aos 17 minutos e Alexis Sánchez aos 35 minutos do primeiro tempo
Cartões amarelos: Daniel Alves, Luiz Gustavo, Hulk e Jô - Brasil e Silva, Pinilla e Mena - Chile.
Árbitro: Howard Webb
Local: Mineirão

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