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Terça, 08 Abril 2014 13:27

Cai pela metade previsão de crescimento do PIB Brasileiro em 2014, segundo o FMI

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A economia brasileira está desacelerando em 2014 e o PIB (Produto Interno Bruto), inicialmente previsto para 4%, caiu para 1,8% - uma das taxas mais baixas desde os anos 90. No mesmo ano, a economia mundial deve crescer 3,6%. As informações constam no relatório macroeconômico "World Economic Outlook", divulgado hoje (8).

Essa é a quarta vez que o FMI corta a previsão de crescimento do PIB brasileiro somente esse ano. O Fundo também cortou, de 2,8% para 2,7%, a expectativa de alta para o PIB do país em 2015.

No que se refere a outros países, o FMI avalia que a economia americana se encontra "livre de freios" para crescer e que as do núcleo da zona do euro estão "sólidas" e "em boa forma". Na América do Sul, o crescimento do Brasil em 2014 deve ser maior apenas que o da Argentina (0,5%) e o da Venezuela (-0,5%). O Peru deve liderar a alta na região, com 5,5%. A estimativa é que, juntos, os países sul-americanos cresçam 2,3% este ano.

"No Brasil, há a necessidade de dar continuidade às medidas de aperto. Apesar dos aumentos substanciais das taxas de juros, a inflação continua no teto da banda", afirma o FMI. "Intervenções no câmbio devem ser mais seletivas, usadas primordialmente para controlar a volatilidade e evitar condições de mercado desordenadas. A consolidação fiscal ajudaria a conter a pressão da demanda doméstica e os desequilíbrios externos, ao mesmo tempo que contribuiria para reduzir a proporção relativamente elevada da dívida em relação ao PIB. Os gargalos de oferta precisam ser resolvidos”.

A inflação brasileira deste ano, segundo o FMI, deve ficar em 6,2%, perto do teto da meta do governo. Pelo sistema de metas de inflação em vigor no Brasil, o indicador pode variar entre 2,5% e 6,5%. Já o desemprego deve ter uma pequena alta, passando dos 5,4% de 2013 para 5,6% este ano e para 5,8% em 2015.

De mal a pior

Segundo o periódico Financial Times, a economia brasileira caminha para “sentença de morte”. “A estratégia econômica adotada por Dilma Rousseff é responsável pelo baixo crescimento e a alta da inflação no país”, afirma.

A intervenção nas tarifas de energia e nos valores do transporte público – alterados no ano passado, devido às manifestações nas ruas – também são vistas como uma contribuição para o enfraquecimento da economia. Ainda segundo a publicação, a fórmula para 'sair do buraco' seria gastar menos, economizar e investir mais.
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