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O papa Francisco nomeou no domingo, 11, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, como novo cardeal brasileiro. O nome dele foi anunciado junto com o de outros 18 novos cardeais vindos da Ásia, África, América do Norte e do Sul em discurso feito pelo pontífice para uma multidão na Praça de São Pedro.
Essa é a primeira lista de nomeação de cardeais do papa. Dezesseis dos nomeados têm menos de 80 anos, incluindo o brasileiro, o que significa que eles são elegíveis para escolher um próximo papa, que é a tarefa mais importante de um cardeal. Os outros três assumem como eméritos.
Dom Orani foi o coordenador da Jornada Mundial da Juventude, realizada em julho do ano passado, no Rio, quando o recém-empossado papa fez sua primeira viagem internacional. Quando foi feito o anúncio, ele estava nos estúdios da TV Brasil, onde celebrava, ao vivo, uma missa.
Em entrevista aos veículos de comunicação da Arquidiocese, ele afirmou que a nomeação é uma graça e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade: “Em minha indignidade, tenho certeza que a graça de Deus não me faltará para poder bem servir a Igreja nessa dimensão universal, que é a dimensão do cardinalato. Peço a todos que continuem rezando por mim, para que possa continuar servindo a Deus, à Igreja, como tenho servido até hoje, mas agora com essa responsabilidade maior, que se une às que já desenvolvo”, afirmou.
A cerimônia que deve colocá-los formalmente como cardeais será realizada em 22 de fevereiro no Vaticano. Entre os novos cardeais estão nomes vindos de países em desenvolvimento como Nicarágua, Costa do Marfim, Burkina Faso, Filipinas e Haiti, o que deve refletir a busca do papa por uma igreja mais voltada para os pobres.
Published in Brasil
O papa Francisco pediu nesta terça-feira que os países acolham e respeitem os refugiados, sem tratá-los como "peões no tabuleiro de xadrez da humanidade", em carta enviada a instituições governamentais e internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU). A mensagem teve como mote o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados.
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Um grupo de perseguidos políticos durante a ditadura militar na Argentina (1976-1983) que contaram com a ajuda do papa Francisco, quando Mario Jorge Bergoglio atuava como sacerdote em Buenos Aires, relatam sua história em um livro que será lançado em outubro.   

O jornalista Nello Scavo, da publicação católica Avvenire, juntou os relatos que serão publicados na obra intitulada "A lista de Bergoglio - salvados pelo papa Francisco. As histórias jamais relatadas", como informou o jornal nesta sexta-feira, dia 6.   

O livro narra como o Pontífice criou uma rede clandestina para proteger os perseguidos e chegou a oferecer conselhos sobre como despistar a polícia, a censura e como organizar fugas para o exterior.   

A obra ainda inclui documentos inéditos, entre os quais a transcrição do interrogatório feito em 2010 com o Papa, quando era arcebispo de Buenos Aires, por magistrados que investigavam violações aos direitos humanos durante a ditadura. O livro terá o prefácio escrito pelo Prêmio Nobel da Paz argentino, Adolfo Pérez Esquivel.   

Durante a ditadura argentina, umas das mais violentas da região, cerca de 30 mil pessoas desapareceram, 15 mil foram mortas e aproximadamente 500 bebês foram sequestrados. Calcula-se que neste período 2 milhões de pessoas tenham se exilado.




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