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Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) comprovou: 62% dos brasileiros têm pouca ou nenhuma confiança nas pessoas. Por outro lado, a família continua em alta e 73% dos entrevistado consideraram o ambiente familiar o único círculo social que merece muita confiança. A pesquisa foi realizada pelo Ibope com 2.002 pessoas, em 143 municípios.

A pesquisa da CNI divulgada hoje (12), aponta também que apenas 18% dos entrevistados confiam muito nos amigos; 11% nos vizinhos e 9% nos colegas de trabalho ou da escola. Mas, por que tanta cautela? Segundo a maioria dos entrevistados (82%), as pessoas só quer “tirar vantagem”. Essa sensação é maior na região Nordeste e menor nas regiões Norte e Centro-Oeste.

Um dado interessante apontado pela pesquisa mostra que moradores do interior confiam menos nas outras pessoas do que os habitantes das capitais. Os mais jovens também são mais desconfiados. Entre os que têm entre 16 e 24 anos, 67% dizem ter quase nenhuma ou nenhuma confiança nos outros. O percentual cai para 57% entre a população com 50 anos ou mais.

De acordo com a CNI, a sensação de confiança das pessoas influencia nos negócios. “É importante conhecer o consumidor. Quando ele está desconfiado, isso afeta sua decisão de consumo'', diz Renato da Fonseca, gerente-executivo de pesquisa e competitividade da entidade.

Fonte: uol.com
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Uma pesquisa chamada "Retratos da Sociedade Brasileira – Problemas e Prioridades para 2014", realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope, apontou os principais problemas do país, na visão da comunidade. A saúde aparece no topo da lista, citado por 58% dos entrevistados. Logo em seguida, vêm a Segurança Pública e a Violência (39%), drogas (33%), educação (31%), corrupção (27%) e os itens econômicos - custo de vida/inflação, geração de empregos, impostos e salários (10%). A pesquisa foi realizado entre 23 de novembro a 2 de dezembro de 2013, com 15.414 entrevistas, em 727 municípios

Segundo a pesquisa, quase metade da população brasileira (49%) defende que melhorar os serviços de saúde deve ser prioridade para o governo federal em 2014, ano de eleição do novo presidente da República. Em seguida, aparece o combate à violência e à criminalidade e a melhora da qualidade da educação. As duas questões devem ser priorizadas na opinião de 31% e 28% dos 15.414 entrevistados – a soma é maior que 100% porque era permitido escolher até três opções. Em seguida, ganham destaque na lista de prioridades o aumento do combate às drogas (23%), o reajuste do salário mínimo (23%) e o combate à corrupção (20%). 

Para mais informações sobre a pesquisa, acesse www.portaldaindustria.com.br .
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