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Foi cancelada a terceira etapa do julgamento do “Massacre no Carandiru”, isso porque o advogado de defesa abandonou o plenário. Quinze policiais estavam sendo julgados pela morte de oito presidiários. Para o promotor de Justiça Márcio Friggi “o advogado percebeu que o plenário caminhava para uma solução que não era a que ele gostaria que acontecesse e optou por abandonar o caso”.

"Fica um registro: é a hora de se pensar em uma punição mais efetiva para o profissional que toma esse tipo de comportamento. Nem o juiz nem o promotor de Justiça têm qualquer ferramenta para impedir isso. Ele simplesmente levanta do plenário e vai embora. (...) É lamentável que isso aconteça", desabafou Friggi.

Uma nova data para o julgamento será marcada pelo Tribunal de Justiça.

Quer saber mais sobre esse julgamento? Clique aqui: http://www.wsro.com/noticias/brasil/item/688-massacre-do-carandiru-comeca-o-julgamento-de-outros-policiais-envolvidos.html 

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Mais 15 policiais militares acusados de participar da morte de oito detentos no Caramdiru estão no banco dos réus a partir de hoje, segunda-feira (17). O julgamento ocorre no Fórum Criminal da Barra Funda (SP), mais de 21 anos depois do ocorrido, em 2 de outubro de 1992.

Na ocasião, 111 presos foram mortos após uma briga interna que acabou com a invasão da Tropa de Choque da Polícia Militar paulista, que, na Justiça, responde por 102 dessas mortes. Contra as demais nove vítimas não ficou comprovada a ação dos policiais. Até agora, são 48 policiais condenados.

Ao todo, 83 policiais respondem pelos assassinatos no Carandiru. Até agora, são 48 foram condenados e para todos os casos, ainda cabe recurso.

A previsão é que o julgamento que começou hoje dure ao menos uma semana, já que, com a troca de advogados dos PMs, a opção da defesa é pelo interrogatório de todos os réus. Nos julgamentos passados, apenas alguns representantes dos réus haviam optado por falar.

Nas duas primeiras etapas do julgamento, no ano passado, os PMs que atuaram nos dois primeiros andares do prédio foram condenados, respectivamente a 156 e 624 anos de prisão. A Justiça decidiu, em primeira instância, que eles concorreram para a morte de 13 presos no primeiro andar e outros 52 no segundo andar.

A acusação dos policiais será feita pelos promotores Márcio Friggi - que atuou no primeiro júri - e Eduardo Olavo, que participou do segundo. O juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo é o mesmo do segundo julgamento, que terminou com a pena de 624 anos para os acusados. Deverão ser ouvidas seis testemunhas de acusação e outras cinco de defesa.

Para hoje, devem ser ouvidas as testemunhas de acusação: o perito aposentado Osvaldo Negrini Neto, o pedreiro Marco Antonio de Moura, sobrevivente do massacre, e o ex-diretor de disciplina da Casa de Detenção, Moacir dos Santos. Outras três testemunhas definidas pelo Ministério Público não foram localizadas.

Entre as testemunhas de defesa, previstas para serem ouvidas nesta terça-feira, estão o ex-secretário de Segurança Pública do Estado à época do massacre, Pedro Franco de Campos, desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo e agentes penitenciários.




Fonte: terra.com 
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