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Pode acreditar: 65% dos entrevistados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) afirmaram que as mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas. Esse resultado causouespanto entre os próprios pesquisadores e até a presidente da República Dilma Rousseff se manifestou, em sua conta no Twitter: “a sociedade brasileira tem muito o que avançar no combate à violência contra a mulher". A presidente disse ainda que  esses números "mostram também que governo e sociedade devem trabalhar juntos para atacar a violência contra a mulher, dentro e fora dos lares."

A pesquisa divulgada ontem (27/03) foi realizada em 212 municípios brasileiros, entre maio e junho de 2013 e ouviu 3.810 pessoas. Segundo os autores, um número significativo de entrevistados parece considerar violência contra a mulher como uma forma de correção. A vítima teria responsabilidade, seja por usar roupas provocantes, seja por não se comportarem "adequadamente".

A pesquisa do Ipea também revela que a maior parte dos brasileiros se incomoda em ver dois homens ou mulheres se beijando. Dos entrevistados, 59% relataram desconforto diante da cena. A pesquisa ainda mostra que 91% dos entrevistados concordam total ou parcialmente com a prisão dos maridos que batem em suas esposas. Leia mais no site ipea.gov.br.

Violência contra a mulher no exterior foi um dos temas do programa “Brasileiros no Mundo, da Rádio 650 AM, na última segunda-feira. Ilma Paixão conversou com especialistas, passando um raio X desse cenário, além de orientar as mulheres que acompanham o programa em vários países, pelo site www.radio650am.com.
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Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) comprovou: 62% dos brasileiros têm pouca ou nenhuma confiança nas pessoas. Por outro lado, a família continua em alta e 73% dos entrevistado consideraram o ambiente familiar o único círculo social que merece muita confiança. A pesquisa foi realizada pelo Ibope com 2.002 pessoas, em 143 municípios.

A pesquisa da CNI divulgada hoje (12), aponta também que apenas 18% dos entrevistados confiam muito nos amigos; 11% nos vizinhos e 9% nos colegas de trabalho ou da escola. Mas, por que tanta cautela? Segundo a maioria dos entrevistados (82%), as pessoas só quer “tirar vantagem”. Essa sensação é maior na região Nordeste e menor nas regiões Norte e Centro-Oeste.

Um dado interessante apontado pela pesquisa mostra que moradores do interior confiam menos nas outras pessoas do que os habitantes das capitais. Os mais jovens também são mais desconfiados. Entre os que têm entre 16 e 24 anos, 67% dizem ter quase nenhuma ou nenhuma confiança nos outros. O percentual cai para 57% entre a população com 50 anos ou mais.

De acordo com a CNI, a sensação de confiança das pessoas influencia nos negócios. “É importante conhecer o consumidor. Quando ele está desconfiado, isso afeta sua decisão de consumo'', diz Renato da Fonseca, gerente-executivo de pesquisa e competitividade da entidade.

Fonte: uol.com
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Uma pesquisa divulgada pela Serasa Experian e pelo Instituto Data Popular mostra que a classe C brasileira gastou, somente em 2013, R$ 1,7 trilhão e movimentou 58% do crédito no Brasil. De acordo com a pesquisa,se a classe média brasileira formasse um país, seria o 12º do mundo em população e a 18ª nação em consumo, podendo pertencer ao G20 – grupo que reúne as 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia.

A pesquisa intitulada “Faces da Classe Média” mostra que esse segmento do país era composto por 108 milhões de pessoas em 2013 (54% da população), com previsão de chegar a 125 milhões em 2023. O que representaria 58% da população. Revela ainda que a classe Cestá mais concentrada na Região Sudeste do Brasil.

No topo de lista de consumo da Classe C aparecem os gastos com alimentação, que movimentaram R$ 223,3 bilhões no ano passado. Em seguida, segundo a pesquisa, estão os gastos com saúde (R$ 71,8 bilhões) e vestuário (R$ 61,6 bilhões). “Observamos uma tendência de crescimento dos gastos com serviços de educação, de beleza e produtos e serviços relacionados com tecnologia”, afirmou o presidente do Data Popular, Renato Meirelles. Segundo ele, as profissões mais típicas da classe C são as relacionadas a serviços de beleza, caixas de supermercados e lojas, representantes comerciais e vendedores e atendestes.

A pesquisa fez ainda uma projeção dos gastos desta “nação” de consumidores em 2014. A classe média pretende consumir 8,5 milhões de viagens nacionais, 6,7 milhões de aparelhos de TV, 4,8 milhões de geladeiras, 4,5 milhões de tabletes, 3,9 milhões de smartphones, 3,2 milhões de viagens internacionais, 3 milhões de carros e 2,5 milhões de casas ou apartamentos.

Fonte: globo.com
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Uma pesquisa chamada "Retratos da Sociedade Brasileira – Problemas e Prioridades para 2014", realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope, apontou os principais problemas do país, na visão da comunidade. A saúde aparece no topo da lista, citado por 58% dos entrevistados. Logo em seguida, vêm a Segurança Pública e a Violência (39%), drogas (33%), educação (31%), corrupção (27%) e os itens econômicos - custo de vida/inflação, geração de empregos, impostos e salários (10%). A pesquisa foi realizado entre 23 de novembro a 2 de dezembro de 2013, com 15.414 entrevistas, em 727 municípios

Segundo a pesquisa, quase metade da população brasileira (49%) defende que melhorar os serviços de saúde deve ser prioridade para o governo federal em 2014, ano de eleição do novo presidente da República. Em seguida, aparece o combate à violência e à criminalidade e a melhora da qualidade da educação. As duas questões devem ser priorizadas na opinião de 31% e 28% dos 15.414 entrevistados – a soma é maior que 100% porque era permitido escolher até três opções. Em seguida, ganham destaque na lista de prioridades o aumento do combate às drogas (23%), o reajuste do salário mínimo (23%) e o combate à corrupção (20%). 

Para mais informações sobre a pesquisa, acesse www.portaldaindustria.com.br .
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Equipe de pesquisadores internacionais encontrou um gene que vincula a inteligência à massa cinzenta – camada mais externa do cérebro, fundamental para a memória, a atenção, a percepção, a consciência, o raciocínio e a linguagem. A descoberta poderá ajudar os cientistas a entenderem como e por que algumas pessoas têm dificuldades de aprendizado.

Durante a pesquisa, foram analisadas amostras de DNA e exames cerebrais de mais de 1.500 adolescentes saudáveis de 14 anos de idade. Eles foram submetidos a testes para determinar a inteligência verbal e não verbal, sendo avaliadas mais de 54 mil variáveis genéticas associadas ao desenvolvimento cerebral. A pesquisa apontou que, em média, os adolescentes com uma variante genética específica tinham um córtex mais fino no hemisfério cerebral esquerdo - e se saíam piores nos testes de capacidade intelectual.

Segundo os pesquisadores, é importante ressaltar que nossa inteligência sofre influência de muitos fatores genéticos e ambientais e que o gene identificado explica apenas uma pequena proporção das diferenças na capacidade intelectual.

A pesquisa foi publicada na revista "Molecular Psychiatry", edição que circulou hoje, terça-feira (11).
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