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Quinta, 26 Junho 2014 00:00

Confiscados US$ 101 milhões da TelexFREE para pagar vítimas

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Aproximadamente 1.1 milhões de “vítimas” possam estar envolvidas no caso, detalhou o interventor Stephen R. Darr

Na terça-feira (24), um juiz do Tribunal de Concordatas e Falências em Worcester (MA) abriu caminho para que um interventor federal vasculhe arquivos relacionados aos advogados e conselheiros da TelexFree LLC que trabalharam com a empresa. O magistrado Melvin S. Hoffman determinou que o interventor Stephen P. Darr poderá emitir solicitar cópias de e-mails e documentos relacionados a TelexFree de Marlboro, uma companhia que os promotores públicos alegam ter praticado um gigantesco esquema de pirâmide.

Darr, que em 6 de junho foi indicado para administrar o caso de pedido de falência da TelexFree, argumentou que ele precisa dos documentos dos advogados e conselheiros porque as autoridades federais confiscaram os papéis e continuam a mantê-los, além de computadores.

“Não há mais nenhum empregado. Não há seguro. Nunca houve seguro”, comentou Darr. “Eu não tenho nenhum dinheiro para iniciar o negócio. Eu simplesmente não sei sequer havia um negócio. Eu estou parado pela falta de arquivos”.

Aproximadamente 1.1 milhões de “vítimas” possam estar envolvidas no caso, detalhou Darr. As autoridades federais confiscaram mais de US$ 101.5 milhões das contas da TelexFree.

A decisão de Hoffman permite que Darr vasculhe os arquivos  da PricewaterhouseCoopers LLC, uma empresa de contabilidade e consultoria contratada pela TelexFree antes do pedido de concordata e a Alvarez & Marsal North America LLC e seu diretor administrativo William H. Runge III, que foi mantida pela TelexFree depois da apresentação do pedido para aconselhamento financeiro e de restauração.

Darr também obteve várias aprovações para solicitar documentos da Kurtzman Carson Consultants LLC, que foi contratada pela TelexFree para atuar no pedido de concordata e as firmas Gordon Silver e Greenberg Traurig LLP. A companhia contratou a Gordon Silver depois do pedido de concordata. Já a Greenberg Traurig trabalhou com a TelexFree antes do pedido, detalhou o interventor durante audiência na Corte.

Desde que assumiu o cargo, Darr disse ter se encontrado com representantes da Comissão de Câmbio e Segurança (SEC). Ele notificou o senhorio do escritório da TelexFree que suspenderia o aluguel no total de US$ 6 mil mensais dos 5 escritórios da companhia, 3 salas de conferência e um cubículo em Marlboro. A mobília dos escritórios será leiloada, detalhou.

A TelexFree se denominava uma companhia que permitia seus usuários utilizar serviços telefônicos nacionais e internacionais pela internet. As autoridades federais suspeitam que na realidade se tratava de um esquema de pirâmide que prometia lucros vantajosos aos “promotores” que comprassem o pacote de serviços telefônicos, mesmo que não vendessem nada. Inúmeros desses “promotores” eram imigrantes ou pessoas vivendo fora dos Estados Unidos.

A TelexFree apresentou o pedido de concordata em abril. O SEC apresentou uma ação civil contra a companhia e vários de seus executivos e “promotores” enfrentam acusações criminais. O sócio da empresa, Carlos Wanzeler, residente em Northboro (MA), fugiu para o Brasil no mesmo mês.  Já seu sócio, James M. Merrill, de Ashland (MA), que estava detido desde a sua prisão em maio, foi libertado recentemente após pagar fiança.

Fonte: BrazilianVoice.com

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