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O presidente Barack Obama, garantiu na terça-feira que "não há motivo" para que o Congresso não aprove ainda em 2013 a reforma migratória proposta por seu governo.
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Apenas 24% dos americanos consideram positivo o trabalho do Partido Republicano dos Estados Unidos, um mínimo histórico, segundo uma pesquisa realizada nos últimos 25 anos pelo The Wall Street Journal.
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Domingo, 06 Outubro 2013 21:43

Republicanos: 'Obama precisa negociar'

O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, prometeu, no domingo, que não iria elevar o teto da dívida norte-americana sem uma "conversa séria" sobre o que está levando à dívida, enquanto os democratas disseram que aumentar a possibilidade de um calote era irresponsável e imprudente.
"O crédito do país está em risco por causa da recusa da administração em sentar e ter uma conversa", afirmou Boehner durante o programa "This Week", da rede ABC, acrescentando que não há votos suficientes na Câmara para aprovar um projeto de lei "limpo" para o limite da dívida, sem quaisquer condições definidas.
Perguntado se isso significava que os Estados Unidos estavam na direção de um calote, caso o presidente Barack Obama não negociasse, Boehner respondeu: "Este é o caminho que estamos seguindo".
Os comentários parecem estar mais endurecidos desde a semana passada quando foi noticiado que Boehner teria afirmado aos republicanos em privado que ele trabalharia para evitar o calote, mesmo que isso significasse contar com votos de democratas, como ele fez em agosto de 2011.
Republicanos e democratas também divergem sobre a culpa por uma paralisação que tem levado ao fechamento de grande parte do governo há quase uma semana. Sem término à vista, a batalha sobre o financiamento do governo parece que irá se juntar à discussão sobre o teto da dívida, que deve ser elevado até 17 de outubro para evitar o calote.
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O presidente Barack Obama, pediu neste sábado ao Congresso que deixe de lado a "farsa" e aprove um orçamento federal "sem condições" para resolver o fechamento parcial do governo, horas antes de o Legislativo votar uma medida para autorizar despesas. "Só há uma maneira de sair desse insensato e prejudicial fechamento do governo: que aprovem um orçamento que financie nosso governo, sem condições partidárias", disse Obama durante seu discurso de sábado no rádio e na internet.
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A Casa Branca disse nesta sexta-feira que o presidente dos EUA, Barack Obama, vai vetar a última série de projetos de lei sobre gastos concebidos para reativar alguns serviços públicos em meio à paralisação do governo, repetindo ameaças de veto feitas sobre propostas similares da Câmara dos Deputados nesta semana.
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Ao entrar no terceiro dia na quinta-feira, a paralisação do governo dos Estados Unidos provoca preocupação com o risco de consequências maiores, e o presidente Barack Obama desafiou os republicanos a "parar com essa farsa" e permitir um voto direto no projeto sobre o financiamento público.
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Entenda o que levou o país a essa situação e o que pode acontecer.
Por que os Estados Unidos vão parar?

O governo federal ficou sem permissão para gastos não essenciais.
Por que isso acontece?

O Congresso precisava aprovar um Orçamento para permitir os gastos federais, o que costuma ser feito com antecedência – mas o prazo terminou na segunda-feira, 30. Sem esse orçamento, o governo federal vinha tendo seus gastos garantidos por permissões temporárias, chamadas de “resoluções continuadas”. A última, aprovada em março, expirou na segunda-feira.
Os EUA estão sem dinheiro para pagar essas contas?
Não. No momento, o que falta é essa autorização para realizar gastos. Em algumas semanas, no entanto, o país deve atingir o limite de endividamento aprovado pelo Congresso. Se um acordo para elevar esse limite não for alcançado, aí sim, poderá faltar dinheiro ao governo para pagar empréstimos e cumprir compromissos financeiros.
O que acontece sem a aprovação para continuar a gastar?

A partir da 0h01 da terça-feira, 1º, os serviços considerados não essenciais devem ser paralisados. Cerca de 800 mil trabalhadores federais serão colocados em licença não remunerada.
Quais serviços serão interrompidos?

Ficarão fechados parques nacionais e museus. A emissão de passaportes para norte-americanos poderá ser interrompida ou sofrer atrasos, assim como de vistos para estrangeiros. O processamento de impostos pode sofrer atrasos, assim como o pagamento de alguns benefícios, como os direcionados aos veteranos das Forças Armadas. Também podem ser interrompidos os pagamentos de subsídios agrícolas e novas concessões de benefícios sociais e de garantias federais para empréstimos, incluindo para pequenas empresas e compra de imóveis. Serviços de coleta de lixo também podem sofrer interrupção em Washington, onde são controlados pelo governo federal.
O que continua funcionando?
O fechamento não deve afetar o controle de tráfego aéreo, controle de passaportes, pagamentos de pensões, correios, serviços militares, serviços médicos e controle de fronteiras, entre outros.
Por que o Congresso não aprovou uma nova permissão para gastos?

Há um impasse entre os partidos Democrata, do presidente Barack Obama e Republicano. Os republicanos, que comandam a Câmara, se recusam a aprovar uma nova permissão de gastos se não forem atendidos dois pedidos: adiar em um ano a entrada em vigor da lei de assistência à saúde do presidente Obama – o chamado “Obamacare” – e eliminar um imposto criado para financiar a cobertura de pessoas sem plano de saúde. Essas pessoas devem começar a ser cadastradas na terça-feira. Os democratas, por sua vez, não querem mudanças no projeto de saúde.
Já houve outras paralisações como de agora?
Sim. A última aconteceu em 1995/1996, quando os serviços não essenciais foram paralisados uma semana antes do Natal, por 26 dias, durante o governo do também democrata Bill Clinton.
Quais as consequências para a economia?

A paralisação dos serviços pode impactar o crescimento econômico do país. Entre outras consequências, o governo pode ter mais dificuldade em vender títulos para se financiar, e acabar elevando as taxas de juros. Taxas mais altas atrapalham o crescimento da economia, pois tornam mais caro investir. Por outro lado, isso pode gerar consequências negativas para os demais países, pois juros mais altos nos EUA tenderão a atrair recursos e “esvaziar” de dólares o resto do mundo.
O que acontece agora?

Os serviços não essenciais devem permanecer paralisados até que o Congresso aprove um orçamento ou uma nova "resolução continuada" que forneça uma licença temporária para os gastos federais.

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O presidente Unidos, Barack Obama, chamou nesta quinta-feira de "irresponsáveis" e "desesperados" os republicanos que ameaçam permitir o fechamento do governo federal para impedir a aplicação da reforma da saúde.
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O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, famoso por suas gafes, comparou os legisladores republicanos eleitos com os homens de Neanderthal, em um discurso em Washington.
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Os católicos americanos que foram à missa neste domingo ouviram um sermão dedicado à defesa da reforma nas leis de imigração do país.

A mensagem foi transmitida em inúmeras paróquias de leste a oeste dos Estados Unidos, em uma ação coordenada pela Igreja Católica.

O objetivo é pressionar a Câmara dos Representantes, onde a maioria é republicana, a aprovar uma reforma que garanta aos 11 milhões de imigrantes em situação ilegal no país a possibilidade de conseguir a cidadania americana.

A ofensiva, iniciada no mês passado, ganha força neste fim de semana, às vésperas do retorno dos congressistas a Washington, após o recesso de verão.

'O Senado dos EUA aprovou uma legislação que prevê ampla reforma migratória com grande maioria. A Câmara dos Representantes atualmente está avaliando se aborda uma lei de reforma migratória que possa oferecer alívio a milhões de pessoas e suas famílias', diz uma carta da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA enviada a paróquias de todo o país.

'Agora é a hora de contatar seus deputados e pedir que aprovem a reforma', afirma o documento. As missas de 8 de setembro é apenas uma das diversas ações já em curso.

Em todo o país, bispos, padres e outros líderes religiosos estão empenhados em telefonemas, troca de mensagens e encontros pessoais com deputados católicos em suas áreas de atuação - especialmente os republicanos, que resistem à reforma defendida pelo presidente Barack Obama.

A Arquidiocese de Los Angeles é a maior dos EUA. Mas o esforço envolve arquidioceses e dioceses de diversos Estados.

Além desses encontros, também estão ocorrendo marchas em todo o país, algumas com duração de vários dias, passando por áreas de influência dos congressistas, na tentativa de angariar apoio à causa.

Na semana passada, mais de mil pessoas marcharam até o escritório do congressista republicano Ed Royce, em Brea, perto de Los Angeles. Royce acabou se reunindo com um grupo de 27 líderes religiosos.

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