Siga
Live-btn-2
Live-btn-2
web tv
A Casa Branca disse nesta sexta-feira que o presidente dos EUA, Barack Obama, vai vetar a última série de projetos de lei sobre gastos concebidos para reativar alguns serviços públicos em meio à paralisação do governo, repetindo ameaças de veto feitas sobre propostas similares da Câmara dos Deputados nesta semana.
Published in US News
Ao entrar no terceiro dia na quinta-feira, a paralisação do governo dos Estados Unidos provoca preocupação com o risco de consequências maiores, e o presidente Barack Obama desafiou os republicanos a "parar com essa farsa" e permitir um voto direto no projeto sobre o financiamento público.
Published in US News

Entenda o que levou o país a essa situação e o que pode acontecer.
Por que os Estados Unidos vão parar?

O governo federal ficou sem permissão para gastos não essenciais.
Por que isso acontece?

O Congresso precisava aprovar um Orçamento para permitir os gastos federais, o que costuma ser feito com antecedência – mas o prazo terminou na segunda-feira, 30. Sem esse orçamento, o governo federal vinha tendo seus gastos garantidos por permissões temporárias, chamadas de “resoluções continuadas”. A última, aprovada em março, expirou na segunda-feira.
Os EUA estão sem dinheiro para pagar essas contas?
Não. No momento, o que falta é essa autorização para realizar gastos. Em algumas semanas, no entanto, o país deve atingir o limite de endividamento aprovado pelo Congresso. Se um acordo para elevar esse limite não for alcançado, aí sim, poderá faltar dinheiro ao governo para pagar empréstimos e cumprir compromissos financeiros.
O que acontece sem a aprovação para continuar a gastar?

A partir da 0h01 da terça-feira, 1º, os serviços considerados não essenciais devem ser paralisados. Cerca de 800 mil trabalhadores federais serão colocados em licença não remunerada.
Quais serviços serão interrompidos?

Ficarão fechados parques nacionais e museus. A emissão de passaportes para norte-americanos poderá ser interrompida ou sofrer atrasos, assim como de vistos para estrangeiros. O processamento de impostos pode sofrer atrasos, assim como o pagamento de alguns benefícios, como os direcionados aos veteranos das Forças Armadas. Também podem ser interrompidos os pagamentos de subsídios agrícolas e novas concessões de benefícios sociais e de garantias federais para empréstimos, incluindo para pequenas empresas e compra de imóveis. Serviços de coleta de lixo também podem sofrer interrupção em Washington, onde são controlados pelo governo federal.
O que continua funcionando?
O fechamento não deve afetar o controle de tráfego aéreo, controle de passaportes, pagamentos de pensões, correios, serviços militares, serviços médicos e controle de fronteiras, entre outros.
Por que o Congresso não aprovou uma nova permissão para gastos?

Há um impasse entre os partidos Democrata, do presidente Barack Obama e Republicano. Os republicanos, que comandam a Câmara, se recusam a aprovar uma nova permissão de gastos se não forem atendidos dois pedidos: adiar em um ano a entrada em vigor da lei de assistência à saúde do presidente Obama – o chamado “Obamacare” – e eliminar um imposto criado para financiar a cobertura de pessoas sem plano de saúde. Essas pessoas devem começar a ser cadastradas na terça-feira. Os democratas, por sua vez, não querem mudanças no projeto de saúde.
Já houve outras paralisações como de agora?
Sim. A última aconteceu em 1995/1996, quando os serviços não essenciais foram paralisados uma semana antes do Natal, por 26 dias, durante o governo do também democrata Bill Clinton.
Quais as consequências para a economia?

A paralisação dos serviços pode impactar o crescimento econômico do país. Entre outras consequências, o governo pode ter mais dificuldade em vender títulos para se financiar, e acabar elevando as taxas de juros. Taxas mais altas atrapalham o crescimento da economia, pois tornam mais caro investir. Por outro lado, isso pode gerar consequências negativas para os demais países, pois juros mais altos nos EUA tenderão a atrair recursos e “esvaziar” de dólares o resto do mundo.
O que acontece agora?

Os serviços não essenciais devem permanecer paralisados até que o Congresso aprove um orçamento ou uma nova "resolução continuada" que forneça uma licença temporária para os gastos federais.

Published in US News
O Conselho de Segurança da ONU aprovou na noite da sexta-feira a resolução que obriga o governo da Síria a entregar seu arsenal químico. O texto foi aprovado por unanimidade pelos 15 integrantes do conselho.
Essa é a primeira resolução adotada pelo  órgão da ONU sobre a Síria desde o início da guerra civil naquele país, no início de 2011, após os vetos de Rússia e China a três projetos anteriores.
A aprovação ocorreu logo após o comitê executivo da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) ter aprovado o plano sírio para entrega de armas.
A resolução, aprovada após ampla negociação entre Rússia e EUA, exige a erradicação do arsenal, mas não especifica ações punitivas caso o regime do contestado presidente sírio Bashar al-Assad não a cumpra.
Sua aprovação encerra semanas de tensa negociação entre russos -aliados de Assad- e americanos.
A comunidade internacional pressiona o governo sírio a se desfazer de suas armas químicas após um ataque, em 21 de agosto, ter provocado centenas mortes na periferia de Damasco.
Os EUA acusam o regime do presidente Assad pelo ataque, em que teria sido usado gás sarin e que teria provocado pelo menos 1.429 mortes de civis.
O governo sírio nega a autoria do ataque e o credita a "terroristas" que combatem o regime, em meio a uma guerra civil que já dura 30 meses, provocou mais de 110 mil mortos, deixou 2 milhões de refugiados e provoca uma crise humanitária e política regional.
A proposta de erradicação do arsenal, feita inicialmente pela Rússia, impediu ou pelo menos adiou um ataque militar dos EUA à Síria.
O governo do presidente Barack Obama afirma que o regime sírio só aceitou entregar as armas por conta da "pressão" militar e diz que a possibilidade de uma intervenção ainda não está descartada.
O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, disse que o Conselho de Segurança estará pronto a tomar "medidas punitivas" se a resolução for violada.
Published in Atualidade
O presidente Unidos, Barack Obama, chamou nesta quinta-feira de "irresponsáveis" e "desesperados" os republicanos que ameaçam permitir o fechamento do governo federal para impedir a aplicação da reforma da saúde.
Published in US News
O presidente Barack Obama, deixou escapar na segunda-feira que largou o cigarro por "medo da mulher", Michelle, segundo palavras captadas por um microfone aberto em New York.
Published in US News
O presidente Barack Obama disse na segunda-feira, 23, que os EUA estão cooperando com o Quênia após o ataque ao shopping de Nairóbi ocorrido no sábado, o qual chamou de um "terrível ultraje". O ataque deixou pelo menos 62 mortos, segundo a Cruz Vermelha e o governo queniano.
Militantes islamitas do movimento Al-Shabab continuavam mantendo um número não determinado de reféns no local.
As declarações de Obama foram feitas durante encontro com o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, em New York.
Os dois líderes, que estão na cidade para a Assembleia Geral da ONU, expressaram condolências para o presidente queniano, Uhuru Kenyatta.
"Quero expressar pessoalmente minhas condolências não apenas ao presidente Kenyatta, que perdeu alguns integrantes da família no ataque, mas ao povo queniano", disse Obama a jornalistas.
"Nós estamos com eles contra este terrível atentado que ocorreu. Vamos dar a eles todo o apoio policial que for necessário. E estamos confiantes de que o Quênia continuará a ser um pilar de estabilidade na África Oriental".
"Sinto a dor do presidente Kenyatta", disse Jonathan. "O terror, em qualquer lugar, é o terror contra todos nós".
Published in Atualidade
O novo diretor do FBI disse no final de semana que apoia o programa de vigilância eletrônica do governo do presidente Barack Obama como uma ferramenta útil e "legal", apesar de ter rejeitado as escutas telefônicas durante o governo do presidente George W. Bush.
Published in US News
Domingo, 22 Setembro 2013 11:57

Obama volta a falar em controle de armas

O presidente Barack Obama, exortou partidários no sábado a retomar a atenção e buscar medidas de controle de armas após os tiroteios em Washington e Chicago, na semana passada, colocarem os holofotes novamente sobre o problema da violência armada no Estados Unidos.
Published in US News
Notas divulgadas na terça-feira, 17, pela Casa Branca e pelo Palácio do Planalto informam que a decisão do adiamento da visita da presidente Dilma Rousseff aos EUA foi tomada em conjunto por ela e pelo presidente Barack Obama.
Published in Brasil
Pagina 3 de 4

Newsletter

Fair

20°C

Framingham, MA

Fair

Humidity: 73%

Wind: 8.05 km/h

  • 31 Jul 2014

    Mostly Clear 27°C 16°C

  • 1 Aug 2014

    Isolated Thunderstorms 29°C 18°C

  • Capital
  • GPMaia
  • Marcia-Pessanha
  • advogado-jose-tadeu
  • anuncie-aqui-banner
  • giubertidecor
  • global-plus
  • langer-chiropractic
  • neide-coutinho
  • perez-g