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Terça, 15 Abril 2014 12:11

Mitos e verdades na gravidez

O resultado deu positivo. Começam então os preparativos para a chegada do bebê e começam, também, as dúvidas e os medos. O que é bom ou não para a gestante e para a criança? Muita gente dá palpite e, na maioria das vezes, a mulher não sabe ao certo o que fazer. Veja a seguir orientações de especialistas sobre mitos e verdades na gravidez.

Mitos

1. Barriga redonda é porque o bebê é menina, barriga pontuda é menino

Não é possível adivinhar o sexo do bebê pelo tamanho ou pelo formato da barriga. O que determina o aspecto da barriga da grávida é a sua estrutura corporal, a posição do feto e sua posição em relação à parede abdominal.

2. Se a mulher teve o primeiro filho por parto cesariana, só poderá ter outros da mesma forma

Mulheres que tiveram o primeiro filho por cesariana e desejam ter outros podem sim, ter parto normal. Basta esperar um intervalo de um ano entre as gestações e ter um trabalho de parto bem acompanhado e monitorado.

3. Grávidas precisam comer por dois

Esse é um dos mitos mais frequentes durante a gestação, mas é preciso tomar cuidado para não exagerar no prato. A gestação requer pelo menos 600 calorias a mais por dia para a formação do bebê, placenta e crescimento do útero. A suplementação vitamínica também é importante. A recomendação é que as refeições sejam fracionadas – porções menores mais vezes ao dia – com preferência para frutas e verduras, evitando ao máximo frituras e doces.

4. Inchaço em grávidas é sinal de pressão alta

Inchaço em gestantes pode ser causado por outros fatores, como o calor. Apenas nos casos de inchaços acima do normal, chamados de edema e classificados em grau um a quatro deve-se ficar atento à pressão arterial, que pode subir em mulheres com predisposição.

 
5. Grávidas não podem praticar exercícios físicos

Desde que a gravidez não seja de risco, os exercícios sejam leves e o médico libere, as grávidas podem e devem se exercitar. Existem várias pesquisas científicas atuais apontando os benefícios da atividade física durante a gestação, como a diminuição da ansiedade e da depressão. Os exercícios mais indicados são os de baixo impacto e que incentivam o alongamento, sempre supervisionada por profissional capacitado.

6. Grávidas não podem fazer sexo

Gestantes podem, sim, ter uma vida sexual ativa, do começo ao fim da gravidez. Só precisa ter cuidado se o casal quiser se aventurar com posições ou fantasias mais exóticas.

7. Ficar em jejum diminui o enjoo

Muito pelo contrário. O enjoo da gravidez geralmente é por causa do jejum prolongado, na maioria das vezes, matinal, porque a gestantes fica de jejum durante a noite. Uma dieta fracionada, seca, com pouca gordura e, principalmente, evitando as comidas cujo “cheiro” causa o enjoo irão melhorar o quadro.

8. Ingestão de café faz mal para o bebê

Não é preciso parar de tomar café durante a gravidez, mas é aconselhar não abusar da bebida. O excesso de cafeína ( mais de três xícaras de café ao dia) pode, sim, causar problemas, pois o café é estimulante e pode levar à taquicardia no bebê. Mas isso apenas no caso de grande ingestão de café por muitos dias seguidos.

9. Grávidas não podem tingir os cabelos

 Não existem estudos científicos sobre o uso das tinturas de cabelo durante a gestação. Mas é bom evitar produtos que contenham amônia, formol e chumbo. É recomendado evitar tingir o cabelo durante os três primeiros meses, fase na qual o feto está em formação. Depois, estão liberadas tinturas leves e tonalizantes, que não contenham amônia, formol e chumbo.

10. Deve-se evitar contato com animais de estimação durante a gravidez

Gestantes podem ter seus animais de estimação e vacinados. Muitas vezes eles são companhia e um alivio para o estresse nessa fase. Só precisa ter mais cuidado com a higiene dos bichinhos e não deixar que os animais grande pulem em cima da barriga ou façam brincadeiras que possam machucar.

11. Gravidas precisam dormir somente do lado esquerdo

É difícil achar uma posição confortável para dormir durante a gestação, especialmente, no finalzinho, mas isso não significa que as gestantes devem dormir apenas do lado esquerdo. Essa recomendação se dá somente a algumas grávidas e apenas no final da gravidez, quando apresentam aumento de pressão ou muito inchaço, porque esta posição ajuda a melhorar o fluxo arterial para o útero.

12. Grávidas não podem comer frutos do mar

Médicos recomendam evitar o consumo de frutos do mar durante a gravidez, mas eles não estão proibidos, desde que bem limpos e de boa procedência. Os frutos do mar são mais alergênicos e devem ser bem lavados e limpos para serem consumidos por gestantes, pois a gravidez pode levar à baixa imunidade e, mais frequentemente, a intoxicações alimentares.

13. Grávidas não devem ter contato com gatos

Esse é um dos mitos mais propagados e totalmente preconceituoso. As gestantes podem ficar com os gatos, só é recomendado que se mantenha o bichano em casa, para não trazer sujeira da rua. Urina e fezes de gatos contaminados podem transmitir toxoplasmose, que causa malformação no bebê. Mas gatos vacinados, domésticos e que não tenha contato com animais de rua não têm nenhum problema. Na hora de limpar as caixas de areia, o ideal é usar luvas ou pedir que outra pessoa o faça, por precaução, pois o mais comum é contrair a doença ingerindo alimentos contaminados.

14. A lua tem influência na hora do parto

Não existe nenhuma comprovação científica de que a lua cheia ou a virada da lua influenciam o parto. O parto se dá quando o bebê e o organismo da mãe estão prontos para o nascimento.


Verdades

 
1. Há testes para saber se a criança terá alguma doença genética

Já existem diversos testes. Às vezes, é possível corrigir problemas sérios por meio de cirurgias durante a gravidez. Alguns testes são realizados em clínicas de fertilidade antes mesmo de implantar o embrião no útero.

2. Gêmeos podem ser filhos de pais diferentes

É uma situação bem rara e bem complicada, mas é possível. Os gêmeos bivitelinos são bebês com cargas genéticas diferentes, resultantes de fertilização de dois óvulos de dois espermatozoides diferentes, não importa a origem deles. Eles apenas ocupam o mesmo útero ao mesmo tempo.

3. Bebidas alcoólicas devem ser evitadas na gravidez

Consumir bebidas alcoólicas durante a gravidez aumenta o risco de aborto e, também, pode levar a anomalias congênitas. Além disso, o álcool em excesso pode causar a Síndrome Alcóolica Fetal (SAF – conjunto de problemas motores, físicos, mentais e comportamentais, como má formação na face, anormalidades cerebrais, malformações em órgãos como rins, pulmões e coração, dificuldade de aprendizado etc.).

4. Não se pode fumar durante a gravidez

Fumar durante a gravidez aumenta o risco de sofrer aborto espontâneo, sangramentos, deslocamento e envelhecimento precoce da placenta e parto prematuro, além de causar problemas de saúde congênitos para o bebê. A nicotina e outros produtos químicos presentes no cigarro podem causar um comprometimento dos vasos sanguíneos, fazendo com que chegue menos oxigênio e nutrientes ao feto.

5. Deve-se preparar o bico do seio antes de a criança nascer para não sentir dor ao amamentar

O seio deve ser preparado não apenas para a mãe não sentir dor, mas também para fortalecer o bico e estimular as glândulas mamárias. O banho de solo é um dos melhores procedimentos para isso e de ser tomado de 10 a 15 minutos por dias. Exercícios no bico das mamas também ajudam, mas não se deve passar bucha vegetal nas aréolas e mamilos, porque isso acaba com a camada de gordura natural que se forma nas mamas e serve para protegê-las, tornando-a ainda mãos sensíveis. Nem é preciso usar cremes ou pomadas. Se o bico do seio começar a rachar ou doer, é só conversar com o seu médico – ele indicará o melhor procedimento.

6. Mulheres ficam mais sensíveis durante a gravidez

Durante a gravidez alguns hormônios, como o estrogênio e a progesterona, podem aumentar até 30 vezes. Isso pode fazer com que as gestantes fiquem mais sensíveis e suscetíveis a mudanças de humor, especialmente nas primeiras semanas da gravidez. Mas os hormônios não são os únicos culpados. Há um fator psicológicos muito importante, afinal a gestação é um momento lindo, mas também cheio de preocupações e medos.
 

Parcialmente verdade

 
1. Os seios ficam flácidos após a amamentação

Isso depende de cada gestante e de sua genética. Se a mãe da gestante tem seios flácidos, a segunda tem maior propensão a ter também, independente da amamentação. Porém, o número de gestações também pode influenciar: quanto mais filhos, maios é o risco dos seios ficarem flácidos. Se a mama crescer muito a ponto esticar demais a pele, quando houver a parada da amamentação e involução das glândulas, haverá mais pele que o necessário, com flacidez na mama, que só voltará com a remoção da pele excedente.

Fonte: uol.com


 

Published in Saúde
Quarta, 12 Fevereiro 2014 14:14

Derrame em mulheres: uma ameaça real

O acidente vascular cerebral (AVC) é igualmente fatal para todos, mas muitos dos seus fatores são tipicamente femininos. Por isso, a Medicina vem dando atenção cada vez maior às particularidades das doenças cardiovasculares entre as mulheres. A Associação Americana do Coração, por exemplo, acaba de lançar uma cartilha sobre prevenção, com instruções para diminuir o risco AVC entre o público feminino.

A revista brasileira Veja também dedicou um espaço especial para tratar do assunto. Segundo a reportagem, “as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no mundo e no Brasil. Entre as enfermidades do sistema cardiovascular, a mais fatal aos brasileiros de ambos os sexos é o AVC. Dados do Ministério da Saúde apontam que cerca de 100 000 pessoas morreram devido à doença em 2011, sendo que praticamente metade delas (49,5%) eram mulheres. O derrame foi causa de quase 10% de todas as mortes femininas naquele ano, e provocou mais do que o triplo de óbitos entre mulheres do que o câncer de mama (49 863 ante 13 225).

O que é AVC

Mais conhecido como derrame, trata-se da obstrução ou ruptura das artérias que irrigam o cérebro. Pessoas mais vulneráveis são aquelas que têm histórico de hipertensão, insuficiência cardíaca, diabetes e fibrilação atrial, além das que já sofreram um AVC antes. Entre os sinais que podem indicar o risco de derrame, e que devem levar uma pessoa ao médico, os principais são cansaço repentino, irregularidade do pulso (o coração passa a bater hora lento, hora rápido, por exemplo) e incapacidade de dormir à noite.

As diretrizes da Associação Americana do Coração para reduzir o risco de derrame entre mulheres

1- Gravidez: Em cada 10 mil grávidas, 3 sofrem um derrame durante a gestação. Entre as outras mulheres, essa incidência é menor, de 2 em cada 10 000. 

Para reduzir o risco: Controlar a pressão arterial controlada.

 2 - Pré-eclâmpsia: Atinge entre 6% e 10% das gestantes e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial e perda de proteínas pela urina na fase final da gravidez.

Para reduzir o risco: Mulheres grávidas que se enquadram no grupo de risco devem tomar doses baixas de aspirina a partir do segundo trimestre da gestação. É o médico quem deve recomendar o tratamento.

3 - Pílulas anticoncepcionais: Podem até dobrar o risco de derrame, especialmente entre mulheres que têm pressão alta.

Para reduzir o risco:  A decisão deve ser tomada junto ao médico, que colocará na balança os pontos positivos e negativos da medida. Além disso, mulheres que começam a tomar anticoncepcional não devem fumar para não aumentar o risco de derrame.

4- Terapia de reposição hormonal: Novas pesquisas mostram que, na verdade, essa terapia aumenta as chances.

Para reduzir o risco: A terapia de reposição hormonal não deve ser recomendada com o objetivo de diminuir o risco de derrame em mulheres após a menopausa. 

5- Enxaqueca com aura e tabagismo

Para reduzir o risco: Parar de fumar. 

6 - Fibrilação atrial: caracterizado por uma alteração no ritmo cardíaco, é mais comum em homens e mulheres com mais de 75 anos.

Para reduzir o risco: Todas as mulheres acima de 75 anos devem ser examinadas quanto ao risco de terem fibrilação atrial. O tratamento contra o problema pode ser feito com medicamentos ou cirurgia.

Fonte: Veja
Published in Saúde

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