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Quarta, 12 Fevereiro 2014 14:14

Derrame em mulheres: uma ameaça real

O acidente vascular cerebral (AVC) é igualmente fatal para todos, mas muitos dos seus fatores são tipicamente femininos. Por isso, a Medicina vem dando atenção cada vez maior às particularidades das doenças cardiovasculares entre as mulheres. A Associação Americana do Coração, por exemplo, acaba de lançar uma cartilha sobre prevenção, com instruções para diminuir o risco AVC entre o público feminino.

A revista brasileira Veja também dedicou um espaço especial para tratar do assunto. Segundo a reportagem, “as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no mundo e no Brasil. Entre as enfermidades do sistema cardiovascular, a mais fatal aos brasileiros de ambos os sexos é o AVC. Dados do Ministério da Saúde apontam que cerca de 100 000 pessoas morreram devido à doença em 2011, sendo que praticamente metade delas (49,5%) eram mulheres. O derrame foi causa de quase 10% de todas as mortes femininas naquele ano, e provocou mais do que o triplo de óbitos entre mulheres do que o câncer de mama (49 863 ante 13 225).

O que é AVC

Mais conhecido como derrame, trata-se da obstrução ou ruptura das artérias que irrigam o cérebro. Pessoas mais vulneráveis são aquelas que têm histórico de hipertensão, insuficiência cardíaca, diabetes e fibrilação atrial, além das que já sofreram um AVC antes. Entre os sinais que podem indicar o risco de derrame, e que devem levar uma pessoa ao médico, os principais são cansaço repentino, irregularidade do pulso (o coração passa a bater hora lento, hora rápido, por exemplo) e incapacidade de dormir à noite.

As diretrizes da Associação Americana do Coração para reduzir o risco de derrame entre mulheres

1- Gravidez: Em cada 10 mil grávidas, 3 sofrem um derrame durante a gestação. Entre as outras mulheres, essa incidência é menor, de 2 em cada 10 000. 

Para reduzir o risco: Controlar a pressão arterial controlada.

 2 - Pré-eclâmpsia: Atinge entre 6% e 10% das gestantes e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial e perda de proteínas pela urina na fase final da gravidez.

Para reduzir o risco: Mulheres grávidas que se enquadram no grupo de risco devem tomar doses baixas de aspirina a partir do segundo trimestre da gestação. É o médico quem deve recomendar o tratamento.

3 - Pílulas anticoncepcionais: Podem até dobrar o risco de derrame, especialmente entre mulheres que têm pressão alta.

Para reduzir o risco:  A decisão deve ser tomada junto ao médico, que colocará na balança os pontos positivos e negativos da medida. Além disso, mulheres que começam a tomar anticoncepcional não devem fumar para não aumentar o risco de derrame.

4- Terapia de reposição hormonal: Novas pesquisas mostram que, na verdade, essa terapia aumenta as chances.

Para reduzir o risco: A terapia de reposição hormonal não deve ser recomendada com o objetivo de diminuir o risco de derrame em mulheres após a menopausa. 

5- Enxaqueca com aura e tabagismo

Para reduzir o risco: Parar de fumar. 

6 - Fibrilação atrial: caracterizado por uma alteração no ritmo cardíaco, é mais comum em homens e mulheres com mais de 75 anos.

Para reduzir o risco: Todas as mulheres acima de 75 anos devem ser examinadas quanto ao risco de terem fibrilação atrial. O tratamento contra o problema pode ser feito com medicamentos ou cirurgia.

Fonte: Veja
Published in Saúde

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