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Os Estados Unidos entram, nesta segunda-feira, em uma semana decisiva. Os políticos norte-americanos têm de chegar a um acordo para elevar o teto da dívida do governo antes do prazo final, quinta-feira, 17. O Tesouro dos EUA ficará sem caixa se não houver um consenso.
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A esperança de se alcançar uma resolução para a crise fiscal dos Estados Unidos nos próximos dois dias caiu por terra no sábado no Capitólio, depois que os esforços do presidente Barack Obama para chegar a um acordo com os republicanos da Câmara dos Representantes naufragaram. O foco agora mudou para as ideias dos republicanos do Senado para reabrir o governo e elevar o teto da dívida da nação, que expira em 17 de outubro.
"Eu acho que eles (Casa Branca) estão indo para o Senado agora", afirmou o republicano Harold Rogers, presidente do Comitê de Apropriações da Câmara.
"Não há acordo, nem negociações acontecendo", afirmou o presidente da Câmara, John Boehner, em um encontro com republicanos da casa, de acordo com o congressista Richard Hudson.
A Casa Branca expressou reservas quanto ao plano de Boehner para extensão do teto de endividamento dos EUA apenas até 22 de novembro, além de outras demandas que exigirão uma série de negociações para avançar, tudo isso sob a ameaça de default e a paralisação do governo, já em andamento.
Enquanto isso, aparentemente há crescente interesse em um plano esboçado pela senadora republicana Susan Collins, que financiaria as operações do governo por mais seis meses no nível atual e estende o teto da dívida do Departamento do Tesouro até 31 de janeiro. Se não houver ação do Congresso, os EUA podem entrar em default até quinta-feira, quando o Tesouro alerta que sua capacidade de emprestar vai se exaurir.
Muitos membros da Câmara viajaram para seus colégios eleitorais após serem informados de que não haverá votações antes da noite de segunda-feira. As novas complicações acabaram com o otimismo de que um acordo poderia ocorrer até este fim de semana.
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Sábado, 05 Outubro 2013 20:00

Capturado chefe da Al-Qaeda na Líbia

Forças americanas capturaram na Líbia o membro da rede Al-Qaeda Abu Anas al-Libi, procurado por suspeita de participação nos atentados às embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia, em 1998, informou uma fonte do governo à rede CNN.
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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Jacob Lew, repetiu neste domingo o pedido aos republicanos do Congresso para que elevem sem condições o limite do endividamento público do país antes de 17 de outubro. "A partir de 17 não poderemos pedir emprestado e o Congresso brinca com o fogo", declarou ao canal CNN. "Se não aumentarem o limite da dívida, teremos muito pouco tempo". O Tesouro considera que as reservas ficariam próximas de apenas US$ 30 bilhões, enquanto as saídas líquidas de tesouraria alcançam às vezes US$ 50 ou US$ 60 bilhões por dia.
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Ao entrar no terceiro dia na quinta-feira, a paralisação do governo dos Estados Unidos provoca preocupação com o risco de consequências maiores, e o presidente Barack Obama desafiou os republicanos a "parar com essa farsa" e permitir um voto direto no projeto sobre o financiamento público.
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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira em discurso de abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em New York, que as ações de espionagem dos Estados Unidos no Brasil “ferem” o direito internacional e “afrontam” os princípios que regem a relação entre os países.
Dilma iniciou o discurso, que durou 23 minutos, lamentando atentado terrorista da semana passada no Quênia e matou mais de 50 pessoas. "Jamais transigiremos com a barbárie", disse.
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O presidente sírio, Bashar al-Assad, afirmou nesta quinta-feira que seu país está empenhado em destruir as armas químicas em um ano. 
Al-Assad confirmou os compromissos tomados com a Rússia, em entrevista para a televisão norte-americana Fox.
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O tribunal secreto que fiscaliza a gigantesca coleta diária de dados telefônicos nos Estados Unidos defendeu vigorosamente na terça-feira os motivos pelos quais considera essa atividade legal, apesar da polêmica causada por sua revelação, em junho.
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O presidente Barack Obama, pediu ao Congresso que adie a decisão de autorizar ou não uma ação militar contra a Síria enquanto ele analisa a iniciativa diplomática proposta pela Rússia para que Bashar al-Assad entregue suas armas químicas.

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Os católicos americanos que foram à missa neste domingo ouviram um sermão dedicado à defesa da reforma nas leis de imigração do país.

A mensagem foi transmitida em inúmeras paróquias de leste a oeste dos Estados Unidos, em uma ação coordenada pela Igreja Católica.

O objetivo é pressionar a Câmara dos Representantes, onde a maioria é republicana, a aprovar uma reforma que garanta aos 11 milhões de imigrantes em situação ilegal no país a possibilidade de conseguir a cidadania americana.

A ofensiva, iniciada no mês passado, ganha força neste fim de semana, às vésperas do retorno dos congressistas a Washington, após o recesso de verão.

'O Senado dos EUA aprovou uma legislação que prevê ampla reforma migratória com grande maioria. A Câmara dos Representantes atualmente está avaliando se aborda uma lei de reforma migratória que possa oferecer alívio a milhões de pessoas e suas famílias', diz uma carta da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA enviada a paróquias de todo o país.

'Agora é a hora de contatar seus deputados e pedir que aprovem a reforma', afirma o documento. As missas de 8 de setembro é apenas uma das diversas ações já em curso.

Em todo o país, bispos, padres e outros líderes religiosos estão empenhados em telefonemas, troca de mensagens e encontros pessoais com deputados católicos em suas áreas de atuação - especialmente os republicanos, que resistem à reforma defendida pelo presidente Barack Obama.

A Arquidiocese de Los Angeles é a maior dos EUA. Mas o esforço envolve arquidioceses e dioceses de diversos Estados.

Além desses encontros, também estão ocorrendo marchas em todo o país, algumas com duração de vários dias, passando por áreas de influência dos congressistas, na tentativa de angariar apoio à causa.

Na semana passada, mais de mil pessoas marcharam até o escritório do congressista republicano Ed Royce, em Brea, perto de Los Angeles. Royce acabou se reunindo com um grupo de 27 líderes religiosos.

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